Hoje me bateu uma senhora saudade de The OC, do nada. Fui super viciada na série durante os 4 anos, esperava doida para ver um capítulo novo e sim, sou uma das que achou a quarta (e última) temporada uma grande merda.
Depois que The OC acabou, ficou um vazio na minha vida. Não, não foi por causa dos personagens (embora ache que deveriam ter mais Seth Cohens por aí). O que realmente sinto falta é de um seriado que me faça descobrir tantas bandas legais. A cada capítulo eu ficava ligada na trilha sonora e ia procurar no google as músicas que gostava. Baixava os mixes da série, só com musicona boa e me divertia. Foi assim que descobri Death Cab for Cutie, The Killers (que eu nunca tinha dado muita bola até ouvir no seriado e hoje é minha banda favorita), Rooney e Jet.
The OC me marcou tanto musicalmente que até hoje ouço alguma música e lembro instantaneamente da cena à qual ela pertencia. Achava que era só meu, mas adorei descobrir hoje no twitter que a Carol também passa por isso e fui procurar no youtube a cena em que “If you leave” toca, pra mandar pra ela. Foi assim que descobri que existe um perfil só melhores momentos musicais da série. Tô aqui rindo e chorando, relembrando bons momentos da série, super indico pra quem é fã da série também (embora eu não concorde com várias posições. hahaha).
A vontade era ir correndo pra casa, desenterrar meus dvds da série e passar a noite com Seth Cohen. Pena que estou aqui atolada em um job infinito.
Eu sempre penso em cores quando quero mostrar alguma coisa aqui e já falei várias vezes que quanto mais colorido for, mais eu gosto. Então resolvi dar cores aos dias da semana passada.

Pra começar a falar desse livro, tenho que avisar que já li todos os livros da Sophie Kinsella, que adoraaava a Becky Bloom e que depois do terceiro livro já não aguentava mais porque as trapalhadas eram sempre iguais e eu achei tudo muito exagerado.
Depois que li os outros livros da Sophie Kinsella que não tem a Becky Bloom como personagem principal que me toquei de que a personagem é sempre a mesma, só muda nome/namorado/compulsão/problema. Todas são meio neuróticas, muito imaginativas, burrinhas e muito sortudas.
Nunca tinha me empolgado pra ler o Lembra de mim?, mas minha irmã comprou e resolvi ler porque gostei dessa coisa da personagem principal ter perdido a memória e acordar no hospital com uma vida completamente diferente da que tinha.
Achei isso legal, até ver o quão forçada era essa nova vida da personagem (que lógico, parecia perfeita) e que o livro é uma grande enrolação até ela resolver parte da vida dela e o final ficar corrido, sabe? Parece que ela demorou 85% do livro pra se ligar de que a vida que parecia perfeita não era nada disso e os outros 15% pra resolver algumas coisas e ficar com o mocinho. Claro que no final ela ainda fica super feliz e consegue transformar uma ideia que parecia não dar em nada em algo extremamente bem sucedido. Típido de Sophie Kinsella, eu diria.
Enfim… só recomendo a leitura dessa livro caso você queira algo bem bobinho, aquele tipo de leitura que provoca algumas risadas e não te faz pensar em nada. É ótimo pra ler na praia, em um final de semana de descanso…
Sou viciada em séries. Suspense, fantasia, comédia, romance… assisto de todos os tipos e vicio. Ultimamente ando viciada em TrueBlood, Greek, 90210 e Secret Diary of a Call Girl. O vício vai e volta, às vezes perco um pouco o interesse e vicio em alguma outra série.
E é claro que tem aquelas séries que o vicio não passou e eu não consigo deixar de assistir toda vez que dou de cara com um episódio passando na TV ou assisto a temporada toda (de novo) quando compro o box de dvd. Nessa categoria entram Friends, Barrados no Baile (original) e as duas que reinam absolutas: The O.C. e Gilmore Girls.
A coisa mais legal de viciar em uma série é se interessar por todos os detalhes e descobrir coisas novas. É aí que os livros de séries entram: ou as séries foram baseadas neles ou eles vieram depois da série e funcionam como um complemento à história. Daí é óbvio que livros de séries que gosto super me chamam a atenção e resolvi falar por aqui dos três que já li:
The O.C.: O Forasteiro (Corin Martin)
O livro é basicamento o roteiro de parte da primeira temporada da série. Na verdade não tem nada de muito revelador, chegou a ser até meio chatinho de ler já que eu já tinha visto umas três vezes cada um desses episódios.
Episódios mostrados: 1 a 7 da primeira temporada.
Onde comprar: tem na maioria das livrarias e em muitas lojas na internet.
Continuações: Esse foi o único livro da série lançado por aqui mas nos Estados Unidos foram lançados sete. Você pode encontrar a maioria deles na Amazon.
.
.
.
.
.
].
Série Gilmore Girls

Os livros dessa série são escritos pelo ponto de vista da Rory Gilmore. Sinceramente, sempre fui bem mais fã da Lorelai mas achei que a Rory conta bem uma história e coloca seus pensamentos e sentimentos, deixando a história mais completa.
Ao todo foram lançados quatro livros escritos por roteiristas que fizeram parte da equipe fixa da série e em um até a Amy Sherman-Palladino (criadora da série) está listada como autora. Nenhum dos livros foi lançado em português, então tem que treinar o inglês pra ler tudo.
Eu tinha comprado os dois primeiros livros em 2007 e só esse mês realmente fui lê-los. Adorei e agora quero os dois últimos.
Onde comprar: na livraria Cultura tem toda a coleção, em inglês.
Gilmore Girls – Like Mother, Like Daughter (Catherine Clark)
Nesse livro dá pra entender super bem porque a Rory não quer ir pra Chilton depois que conhece o Dean, o que ela sentiu quando brigou feio pela primeira vez com a Lorelai… e também como ela não percebia nada do climão que sempre rolou entre a mãe dela e o Luke.
Episódios mostrados: 1 a 10 da primeira temporada.
.
.
.
.
.
v
.
.
Gilmore Girls – I love you, you idiot! (Cathy East Dubowski)
Por que diabos a Rory demorou tanto pra dizer pro Dean que o amava? E por que ela não falou pra ninguém que era por isso que eles terminaram e deixou a cidade toda pensar mal do menino? Sempre quis saber disso e nesse livro dá pra entender melhor, já que o livro é a história contada pelo ponto de vista dela.
Episódios mostrados: 14 a 21 da primeira temporada.
.
v
v
v
v
v
v
.
Eu sei que Dexter e TrueBlood foram inspirados em livros (que estou doidinha pra ler)… mas só. Alguém aí sabe se mais algum?
Resolvi fazer uma série de Top 5 das melhores coisas de 2008 e o primeiro de todos tinha que ser sobre o meu maior vício: as séries.
Como vou e volto de fretado do trabalho, tenho bastante tempo livre e normalmente preencho esse tempo dormindo (de manhã) ou vendo séries (à tarde). São duas horas de viagem até em casa então consigo acompanhar muitas séries, tranquilamente. Abaixo segue o Top 5 das que eu mais gostei de acompanhar esse ano.
5 – TrueBlood

Comecei a assistir TrueBlood logo depois de ler Crepúsculo e não sei se foi por eu já estar numa vibe vampirística, mas achei a série ótima. Gosto de série com assassinato, mocinha que tem namoro com um possível bandido.. Fora que essa história de viver num mundo em que vampiros lutam para ter direitos iguais aos dos humanos é bem interessante.
.
4 -Pushing Daisies

Impossível não gostar de uma série que tem personagens, figurinos e cenários tão fofos. Tudo é hiper colorido, cheio de referências e bem pensado. A história é contada de um jeito interessante, com narrador e idas e vindas do passado para o futuro. Babei demais em todos os figurinos da Chuck (Anna Friel), achei o Ned (Lee Pace) um fofo, torci para que os dois conseguissem se tocar sem maiores problemas. É uma pena que a série tenha sido suspensa na metade da sua segunda temporada e corra sério risco de ser cancelada.
.
3 – Gossip Girl

10 entre 10 mulheres que gostam de moda, intrigas adolescentes e futilidades gostam de Gossip Girl e eu, é claro, me incluo nessa. Desde que anunciaram a produção fiquei bem curiosa porque queria ver a cara que iriam dar pros personagens que eu tinha imaginado lendo o livro. A escolha do elenco foi perfeita, a produção é ótima e os figurinos são de babar mas, pra ser sincera, a primeira temporada não me empolgou muito. Já a segunda tá bem melhor, com muitas bitches, romancezinho entre personagens do mal, gente largando a escola…quero ver logo no que tudo isso vai dar.
.
2 – GRΣΣK

GRΣΣK foi uma ótima surpresa pra mim. Tinha visto a propaganda na tv a cabo, mas nunca tinha pensado em assistir até que um dia fiquei sem nada novo pra ver na volta pra casa e resolvi baixar. Adorei a temática (a série é sobre universitários que fazem parte das fraternidades que existem no campus), o clima leve e os personagens engraçadinhos, tanto que acabei assistindo a primeira temporada inteira em uma semana e tive que ficar esperando os episódios da segunda temporada saírem. De tudo, o mais legal mesmo é o Cappie, personagem que o Scott Michel Foster faz: engraçado, atrapalhado, inteligente e muuuiito adorável.
.
1 - Dexter

Comecei a assistir a série do serial killer favorito dos americanos ano passado e pirei: fiquei hiper anciosa até descobrir quem era o Ice Truck Killer e depois pra saber como que o Dexter ia escapar de ser o suspeito pelos assassinatos do Bay Harper Butcher. Ouvi muita gente reclamando da atual temporada (a terceira), mas eu continuo gostando bastante e torcendo pra ele continuar matando sem problemas. Também acabei virando fã do Michael C. Hall por causa do Dexter: se intepretando o chatinho David em Six Feet Under ele não chamava muita atenção, como Dexter ele tá ótimo.
.
Além dessas, 2008 também foi ano de assistir: Sex and the City (chatiiinha), Six Feet Under (too much drama, mas bem legal), My Name is Earl, Secret Diary of a Call Girl, Weeds (que tinha ficado chatinha, mas melhorou na última temporada), Heroes (que perdeu bastante da graça que tinha na primeira temporada), My Boys, Samanta Who? e The Big Bang Theory.
E vocês, o que assistiram esse ano?
Domingo agora, dia 30/11, a Editora Record (editora dos livros que deram origem série) vai promover um encontro de fãs de Gossip Girl.
Vai ter sorteio de boxes da primeira temporada da série e de outros brindes. No telão serão mostrados alguns dos melhores momentos da primeira temporada.
Serão dois encontros, no mesmo dia, um no Rio e outro em São Paulo. Fiquei com muita vontade de ir ao de São Paulo, mas ainda não tenho certeza se vou conseguir.
Pra quem se interessou, mais informações aqui.