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08/06/11

Andei lendo: Ídolo Teen (Meg Cabot)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Adoro os livros da Meg Cabot e isso já não é novidade nenhuma por aqui, né? Acho ótimos pra quando você quer ler mas não quer nada que exija muito cérebro. HAHAHA. É a mais pura verdade. Livrinho bobinho, com personagens divertidinhos e história fácil. Gosto de ler quando tô com muita coisa no trabalho e na vida pessoal pra pensar e quero ler pra descansar um pouco.

Não sabia muito bem o que era a história quando pedi o livro no Trocando Livros (sempre ele!), mas dei sorte. Jenny é uma garota comum boazinha-meiguinha-amiguinha-inha-inha-inha que escreve para o jornal da escola como “Annie”, a conselheira de todos os alunos e que ninguém sabe quem é. Além disso ela não tem nada demais. Aluna boa/média, é da turma dos que ninguém liga na escola (nem muito popular, nem a bobona que todo mundo tira sarro)… ela não se destaca realmente em nada, só em fazer todo mundo se dar bem e se dar bem com todo mundo. Até que o diretor da escola pede que ajude o astro teen Luke Striker (gente, sério. O que que deu na dona Cabot pra ela botar esse nome na personagem? Só eu penso na marca de cigarros?) a se disfarçar como um comum aluno de colégio para ele poder fazer laboratório para seu próximo papel em Hollywood. A ideia é bem burrinha, né? A escola é pequena, o cara é o maior astro teen do momento e ele só usa um óculos como disfarce. Hahaha.

Claro que todo mundo descobre, mas com toda essa história o Luke mostra para a Jenny que ela tem que mudar algumas coisas na sua vida e no colégio e ta-da: a menina muda da água pro vinho.

O livro é bem divertidinho e gostei bastante da Jenny. Bem que podia ter mais alguma outra história com ela.

13/05/11

Andei lendo: O Arcano Nove – 2º livro da Coleção A Mediadora (Meg Cabot)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Tchô falar: virei fã da Suze. Hahaha. Acho ela muito engraçada e que leva muito numa boa esse negócio de falar com espíritos (oi, tô lôca achando que a menina existe de verdade?).

Esse segundo livro é mais curtinho e um pouco menos envolvente que o primeiro, mas tão divertido quanto. Suze percebe que tá começando a gostar de Jesse (e, né? O cara é um fantasma), arranja um novo pretendente e consegue cair nas mãos de um assassino doido.

No meio disso ainda tem dois espíritos que pedem ajuda à ela: um garotinho querendo salvar seu gato e uma mulher que só chora e pede que ela passe um recado para um tal de Red. No final das contas o Red é alguém que eu nem imaginava que fosse, mas é bem legal.

Li o livro num dia só, agora tô morrendo de curiosidade pra ler o resto. E pelamordedeus, que capa feia é essa? Caramba.

12/05/11

Andei lendo: A Terra das Sombras – 1º livro da Coleção A Mediadora (Meg Cabot)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Olha, nunca tinha tido curiosidade de ler essa série por causa da capa. Capa feia, com cara de saga Crepúsculo. hahah. Daí só resolvi ler porque tinha uma edição com os dois primeiros livros em um livrinho só dando sopa lá no Trocando Livros e eu tava com crédito sobrando. Também, é livro da Meg Cabot e como ela nunca me decepcionou, resolvi tentar.

O livro ficou meses na fila de leitura e me arrependi de não ter lido antes. Devia ter lido logo no ano passado, quando eu ainda não tinha feito promessa de não comprar livros por um ano. Por que, né? Tô que nem doida lendo o segundo volume e vou ter que esperar até ano que vem pra comprar a coleção completa (sim, essa edição furrequinha com os dois livros vai voltar pro Trocando Livros porque quero a coleção completa bem bonitinha na minha estante).

Então tchô falar da história, né? Suzannah é uma garota de 16 anos que se vê obrigada à mudar para a Califórnia quando sua mãe se casa e vai morar lá com o marido e os três filhos (homens) adolescentes dele. Suze é super urbana (era moradora de Nova Iorque, né?), mas parece bem animada com a mudança. Claro que ela não ser muito popular em NY, não ter muitos amigos por lá e a proximidade da sua nova casa com a praia são coisa que influenciam, né?

O que Suze tem de especial é que ela vê, fala e toca em fantasmas. Basicamente, as almas perdidas que não sabem o que fazer para deixar esse mundo encontram ela de alguma maneira e pedem ajuda. Ela vai, arruma o que tem que arrumar, se mete em um monte de encrencas e despacha o fantasma desse mundo. Taí porque a série tem o nome de A Mediadora.

Aí claro que quando ela se muda pra Califórnia descobre que a casa onde vai morar é super antiga e – que maravilha – tem um fantasma bem gostosão morando no mesmo quarto que ela. Jesse é um cara de uns 20 anos que morreu há uns 150 anos e que ainda vive na casa. Fora ele, Suze descobre que a escola onde estuda está sendo assombrada pelo fantasma de uma aluna super popular que se matou recentemente porque o namorado terminou com ela. Heather (a menina morta que levou o pé na bunda) está tentando matar o ex-namorado para assim viver pra sempre com ele. Com a ajuda de Jesse e do Padre Dom (que também é mediador), Suze se livra dela depois de sofrer um pouquinho na mãe da menina. Não vou contar como acontece, mas ó: adorei a Suze levar tão numa boa as coisas. Hahahha.

Suze é desbocada, alegre, inteligente, engraçada… adorei a personagem, por isso mesmo já emendei no 2º livro. :D

 

27/07/10

Andei lendo: O Garoto da Casa ao Lado (Meg Cabot)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Sempre achei que Meg Cabot só escrevesse romances infanto-juvenis e bem por isso (e pelo nome do livro), esperava algo mais adolescente desse livro. Me enganei, mas gostei do engano.

O livro conta a história de Melissa, uma jornalista que veio do interior para morar e trabalhar em NY, que um belo dia salva a vida de sua vizinha velhinha e rica ao encontrá-la machucada e desacordada em seu apartamento. A partir daí ela tem que cuidar do cachorro e dos dois gatos da vizinha e procurar pelo único parente vivo da velhinha, seu sobrinho, enquanto ela está em coma.

O tal sobrinho é um fotógrafo famoso e que pouco se importa com a tia, então resolve ir passar um tempo viajando com uma modelo e pede para um amigo ir em seu lugar, só para que se um dia a tia acordar, ache que ele esteve o tempo todo cuidando dos seus bichinhos e não o tire do testamento.

Claro que Melissa e John (o tal amigo) se apaixonam, namoram e ele não fala que não é o sobrinho da vizinha, nem seu verdadeiro nome. Claro que no final tudo dá certo, como todo bom chick-lit.

Ando meio cansa de chick-lit exatamente por isso: a mocinha ou o mocinho sempre fazem trapalhadas, mas no final todo mundo vive feliz para sempre e você sabe disso desde a primeira página do livro. Quase sempre, meio óbvio demais. O que diferencia é como os autores escolhem contar a história, né? E Meg Cabot se deu bem escolhendo contar toda a história só através de e-mails que os personagens trocam. É bem legal ver como cada personagem escreve. hehe.

Gostei, mas não é um livro que leria de novo. Por isso mesmo, ele vai para o Trocando Livros hoje mesmo. :)

24/05/10

Andei lendo: Formaturas Infernais (Várias autoras)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Pra ser bem sincera, não sei bem até hoje porque comprei esse livro. Só tinha lido reviews ruins sobre ele, não sou fã da Setephenie Meyer (mas gosto muito da Meg Cabot), nem conhecia as outras autoras. Mas tava em promoção, não resisti.
O livro tem 5 contos de terror que, de algum jeito, têm um baile de formatura como pano de fundo.
A filha da exterminadora é o primeiro conto, escrito pela Meg Cabot. É a história de uma menina caça-vampiros que tem que matar o vampiro que “enfeitiçou” sua melhor amiga e que, por acaso, é filho do vampirão chefe que transformou a mãe dela em vampira. Uma coisa meio Buffy, mas gostei, achei divertidinho.
O segundo conto é O buquê, da Lauren Myracle: três adolescentes vão à uma cartomante para saber se o menino do grupo vai convidar uma das meninas para o baile de formatura. A cartomante acaba dando um buquê amaldiçoado para essa menina e ta-da: ela faz cagada. Hahahha. Não vou falar o que acontece porque acaba a graça. Achei meio previsível, mas é o conto que mais dá medinho (bem pouco).
Kim Harrison escreveu Madison Avery e a Morte, um conto que se arrasta eternamente. Muito chato, história chata, personagens chatos. E ainda acaba sem ter fim, sabe? O pior do livro, com certeza.
O próximo é Salada mista, de Michele Jaffe. Desse eu gostei: uma menina com super poderes que ajuda uma outra menina também com poderes a escapar de sequestradores. Goste porque a Miranda (a personagem principal) é meio neurótica, acabei rindo de algumas coisas que ela pensa.
Para fechar o livro vem Inferno na Terra, da Stephenie Meyer e é bem a cara da autora: a história de dois personagens de mundos diferentes que no final ficam juntos. Sinceramente, não esperava outra coisa dela. haha

Achei o livro tão fraquinho que antes mesmo de terminar de lê-lo já tinha colocado para troca no Trocando Livros. Dei sorte, já solicitaram ele e à essa altura ele já deve estar chegando às mãos da nova dona. :)