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03/10/13

As 10 coisas mais legais de setembro de 2013

Por Ana Carolina | Arquivado em diarinho

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01/09/2013 - Disney Magic Run! Fiz 10 km basicamente andando (parei de treinar há algum tempo, tenho que voltar), mas foi uma delícia. A prova é super organizada e cheeeia de crianças, uma fofura. | 06/09/2013 - Viajar para Buenos Aires. Já contei tudo aqui, mas não podia deixar de fora das melhores coisas do mês. | 13/09/2013 - Óculos novos que namorei por meses! Esperei para comprar porque estava economizando para a viagem, procurei no dutyfree e não encontrei.. corri pra comprar assim que cheguei. Tô viciada nele, praticamente parei de usar os outros | 14/09/2013 - Encontro com as amigas que cresceram comigo. Delícia de tarde, unha perfeitamente feita pela amiga manicure e muuuuita fofoca. | 15/09/2013 - Ler o Pavor Espaciar. Vou falar dessa série especial da Turma da Mônica, mas esse foi o que mais me encantou. Sou doida pelo Chico Bento e a história tá super engraçadinha e muito bem desenhada. Vale muito a leitura.

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 21/09/2013 - Jantar com amigos e final da noite no Fran’s Café, uma tradição provinciana. Hehehe. | 22/09/2013 - Fui assistir ao musical do Rei Leão que eu tava MALUCA pra ver. Sinceramente? Acho que eu tinha tantas espectativas que não achei tudo isso que falam. Tanto que nem deu vontade de postar sobre por aqui. Esperava que fosse o tempo todo UAU, sabe? E, pra mim, não foi. | 25/09/2013 - Corri pra alcançar e assisti ao episódio final de uma das minhas séries favoritas na semana em que ele saiu. E PQP QUE FINAL É ESSE QUE COISA MAIS TRISTE. Demorei mais de 24h pra digerir o final e concluir que ele foi bom. Triste, totalmente diferente do que eu imaginava, mas bom. | 27/09/2013 - Jantar na casa de amigos. Sexta-feira, pizza, conversa boa e uma bebê liiiinda. Precisa mais? | 28/09/2013 - Casamento da Aninha. Nunca canso de dizer por aqui que o blog me trouxe muita gente querida. Aninha (assim como todas as outras que estão na foto) é uma delas e foi uma delícia ver toda a felicidade dela nesse dia. <3

12/11/12

366 Nuncas: #302 a #308

Por Ana Carolina | Arquivado em comidinhas, diarinho

#302 – 28/10/2012

Minha irmã e a suicinha vieram passar alguns dias por aqui e me diverti com a sobrinha. Nunca tinha visto uma criança tão indignada com as minhas unhas do pé pintadas de vermelho. Ela não parava de apontar e fazer “hm”, tipo perguntando “O que você fez pra ficar assim? Como assim?”. Hahahha. Linda!

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#303 – 29/10/2012

Demorei um tempão para encontrar o gibi com o casamento da Mônica com o Cebolinha, só consegui achar para comprar pela internet. O nunca? Esse é fácil: nunca tinha visto a Mônica casando!

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#304 – 30/10/2012

Fui à loja de brinquedos e dei de cara com uns saquinhos surpresa da Playmobil. Você escolhe entre personagens femininos ou masculinos e compra sem saber o que tem dentro. Eu, que nunca tinha tido um Playmobil na vida, comprei e amei a minha: uma princesa. Voltei lá depois e comprei mais 3, mas nenhum é tão bonitinho quanto essa.

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#305 – 31/10/2012

Teve festinha de Halloween aqui na agência e fiquei de fazer um cemitério de brigadeiro. Tinha bonequinhos enterrados, ficou bem legal. Gostei de fazer pela primeira vez algum doce temático.

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#306 – 01/11/2012

Já até resenhei o livro aqui, mas tinha que deixar registrado que nunca tinha lido algo do John Green. Adorei, tô doida para ler mais alguma coisa dele.

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#307 – 02/11/2012

Fui para a praia passar parte do feriado e adivinha? Chuva, chuva e mais chuva. O jeito foi ficar jogando cartas com os meus sogros. Nunca tinha feito isso com eles, foi divertido.

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#308 – 03/11/2012

Nunca tinha visto o Guarujá com tanta placa de perigo espalhada na praia. No máximo, andamos uma horinha por ali, mas nada de torrar ao sol.

19/08/11

Andei lendo: Especiais – 3º livro da série Feios | Scott Westerfeld

Por Ana Carolina | Arquivado em cultura

Depois de me empolgar mais com a série no segundo livro, emendei o terceiro e último. E olha, tava indo tudo bem.. até que a Tally dá uma de idiota (como quase sempre) e o autor mata meu personagem favorito. Sério, nem me dá muita vontade de falar do livro por conta disso. Hahaha.

Agora que Tally e Shay são especiais (quer dizer, mais ou menos. Que tipo de especial de verdade tem que ficar se cortando pra pensar direito?), eles tão naquele pique de sou-foda-ninguém-é-melhor-que-eu e me deu uma preguiça gigantesca. Aí quando elas encontram os Enfumaçados e vão atrás deles, pensei: a-ha! Um pouco de ação boa, finalmente! Mas não: elas vão lá e basicamente tudo volta ao primeiro livro.

A Nova Fumaça é muito drama pra mim, não aguento. Já falei que acho David um chato de galocha, né? Pois é.

Enfim, a série tinha tudo pra ser bem boa, mas o final estraga. Já falei que matam meu personagem favorito? Poxa!

05/06/11

A garota que lê

Por Ana Carolina | Arquivado em bonitezas

Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.

Texto super gracinha (tô meio Hebe hoje, me deixa) que li aqui. Me identifiquei bastante com alguns pedaços. hahaha. :p

Foto daqui.

17/01/11

Andei lendo: Precisamos falar sobre o Kevin | Lionel Shriver

Por Ana Carolina | Arquivado em cultura

Começo hoje um intensivão de Andei lendo. Deixei de falar de alguns livros legais que li e resolvi falar deles durante uma semana inteira, um por dia. Vocês aguentam? :)

Nunca tinha ouvido falar desse livro até a Karina me emprestar. Achei a foto da capa ótima e a a sinopse melhor ainda: a história de um adolescente americano de classe média alta que faz um dia de matança na escola, tudo contado por sua mãe.

Demorei um pouco para ler o livro porque achei que a primeira metade dele é um tanto enfadonha. Eva é uma mulher mega interessante, criadora de uma empresa de guias de viagem e que já rodou o mundo, mas só sabe falar sobre cada mínimo sentimento, analisa tudo e remói o tempo em que ainda não tinha filhos. A partir da metade do livro é que a história realmente se desenvolve.

Desde pequeno Kevin é um garoto estranho que sente prazer em magoar as pessoas, é uma criança quieta, não brinca com nada nem ninguém. Com o passar do tempo ele fica pior, até virar um adolescente super reservado, dissimulado e com poucos amigos. Ele planeja cada detalhe do ataque aos colegas de escola e olha, crédito pra ele porque o plano é super amarradinho e bem bolado. haha.

Gostei bastante do final, embora tenha achado um pouquinho previsível. Fiquei mais contente com ele porque, apesar de mórbido, deu fim à um personagem que eu tinha achado super chato e que bem que merecia o fim que teve. O problema foi o fim de outro personagem, completamente inocente e que não merecia o final que teve também.

Histórias de assassinatos e crimes sempre me pegam e essa achei bem legal, apesar de ter pensado em abandonar o livro antes da metade (não tava brincando quando disse que a primeira metade do livro é bem chata e meio desnecessária).

Vocês sabem que eu sou a louca que fica fascinada pelo mundo dos livros que leio, né? Passei alguns dias pesquisando sobre os crimes desse tipo que já aconteceram, vi fotos, entrevistas… e me lembrei de Bang, Bang, You’re Dead, a peça que virou filme e fala exatamente sobre isso. Lembro de ter gostado quando li o script da peça há muitos anos atrás e não ter gostado tanto assim do filme.

02/09/10

Andei lendo: Poderosa | Sérgio Klein

Por Ana Carolina | Arquivado em cultura

Pedi o livro no Trocando Livros por pura curiosidade. Um livro infanto-juvenil sobre uma adolescente, escrito por um homem tinha potencial, né?

O livro conta a história de Joana Dalva (sim, é uma brincadeira engraçadinha com Joana D’arc),  uma menina de 13 anos que ainda não menstruou, quer ser escritora e mora com pai, mãe, avó e irmão mais novo. Os pais estão quase se separando, a avó vive na cama desde que teve um derrame e o irmão é um pentelho. Ela tem uma melhor amiga, é apaixonada pelo menino mais disputado do colégio e, claro, odeia a gostosona/cabeça-oca que atrai todas as atenções dos meninos. Até que ela descobre que tudo o que escreve vira realidade e faz algumas “adaptações” por conta própria.

Joana é uma daquelas meninas sabe-tudo: sabe escrever melhor que os colegas, analisa a postura da mãe no relacionamento com o pai, se acha mais entendida que as amigas… e me deu preguiça. Ela é engraçadinha e sagaz em alguns momentos mas, no geral, achei chatinha.

Talvez o livro seja infantil demais pra mim (oi? é pra meninas adolescentes e eu tô aqui com mais de 1/4 de século, né?), mas achei chatinho. Tiradinhas bobas, história mega previsível e algumas falhas que denunciam que foi um homem que escreveu (como uma mulher iria estar no salão depilando a virilha, com a janela meio aberta? IMPOSSÍVEL!).

Outra coisa que me desagradou: a sensação ao ler o livro. Não gosto só de ler, gosto de toda a experiência de ler um livro: ver a diagramação, a capa, sentir o papel nas mãos. E aí acheio o maior problema do livro. Achei a driagramação interna beeeem feinha, a letra é meio grande demais e a entrelinha pequena. Além disso, e o papel escolhido (um couche mais grossinho), dá a sensação de estar lendo uma revista ou um grande folheto. :/