Depois de me empolgar mais com a série no segundo livro, emendei o terceiro e último. E olha, tava indo tudo bem.. até que a Tally dá uma de idiota (como quase sempre) e o autor mata meu personagem favorito. Sério, nem me dá muita vontade de falar do livro por conta disso. Hahaha.
Agora que Tally e Shay são especiais (quer dizer, mais ou menos. Que tipo de especial de verdade tem que ficar se cortando pra pensar direito?), eles tão naquele pique de sou-foda-ninguém-é-melhor-que-eu e me deu uma preguiça gigantesca. Aí quando elas encontram os Enfumaçados e vão atrás deles, pensei: a-ha! Um pouco de ação boa, finalmente! Mas não: elas vão lá e basicamente tudo volta ao primeiro livro.
A Nova Fumaça é muito drama pra mim, não aguento. Já falei que acho David um chato de galocha, né? Pois é.
Enfim, a série tinha tudo pra ser bem boa, mas o final estraga. Já falei que matam meu personagem favorito? Poxa!
Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.
Texto super gracinha (tô meio Hebe hoje, me deixa) que li aqui. Me identifiquei bastante com alguns pedaços. hahaha. :p
Foto daqui.
Começo hoje um intensivão de Andei lendo. Deixei de falar de alguns livros legais que li e resolvi falar deles durante uma semana inteira, um por dia. Vocês aguentam?
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Nunca tinha ouvido falar desse livro até a Karina me emprestar. Achei a foto da capa ótima e a a sinopse melhor ainda: a história de um adolescente americano de classe média alta que faz um dia de matança na escola, tudo contado por sua mãe.
Demorei um pouco para ler o livro porque achei que a primeira metade dele é um tanto enfadonha. Eva é uma mulher mega interessante, criadora de uma empresa de guias de viagem e que já rodou o mundo, mas só sabe falar sobre cada mínimo sentimento, analisa tudo e remói o tempo em que ainda não tinha filhos. A partir da metade do livro é que a história realmente se desenvolve.
Desde pequeno Kevin é um garoto estranho que sente prazer em magoar as pessoas, é uma criança quieta, não brinca com nada nem ninguém. Com o passar do tempo ele fica pior, até virar um adolescente super reservado, dissimulado e com poucos amigos. Ele planeja cada detalhe do ataque aos colegas de escola e olha, crédito pra ele porque o plano é super amarradinho e bem bolado. haha.
Gostei bastante do final, embora tenha achado um pouquinho previsível. Fiquei mais contente com ele porque, apesar de mórbido, deu fim à um personagem que eu tinha achado super chato e que bem que merecia o fim que teve. O problema foi o fim de outro personagem, completamente inocente e que não merecia o final que teve também.
Histórias de assassinatos e crimes sempre me pegam e essa achei bem legal, apesar de ter pensado em abandonar o livro antes da metade (não tava brincando quando disse que a primeira metade do livro é bem chata e meio desnecessária).
Vocês sabem que eu sou a louca que fica fascinada pelo mundo dos livros que leio, né? Passei alguns dias pesquisando sobre os crimes desse tipo que já aconteceram, vi fotos, entrevistas… e me lembrei de Bang, Bang, You’re Dead, a peça que virou filme e fala exatamente sobre isso. Lembro de ter gostado quando li o script da peça há muitos anos atrás e não ter gostado tanto assim do filme.
Pedi o livro no Trocando Livros por pura curiosidade. Um livro infanto-juvenil sobre uma adolescente, escrito por um homem tinha potencial, né?
O livro conta a história de Joana Dalva (sim, é uma brincadeira engraçadinha com Joana D’arc), uma menina de 13 anos que ainda não menstruou, quer ser escritora e mora com pai, mãe, avó e irmão mais novo. Os pais estão quase se separando, a avó vive na cama desde que teve um derrame e o irmão é um pentelho. Ela tem uma melhor amiga, é apaixonada pelo menino mais disputado do colégio e, claro, odeia a gostosona/cabeça-oca que atrai todas as atenções dos meninos. Até que ela descobre que tudo o que escreve vira realidade e faz algumas “adaptações” por conta própria.
Joana é uma daquelas meninas sabe-tudo: sabe escrever melhor que os colegas, analisa a postura da mãe no relacionamento com o pai, se acha mais entendida que as amigas… e me deu preguiça. Ela é engraçadinha e sagaz em alguns momentos mas, no geral, achei chatinha.
Talvez o livro seja infantil demais pra mim (oi? é pra meninas adolescentes e eu tô aqui com mais de 1/4 de século, né?), mas achei chatinho. Tiradinhas bobas, história mega previsível e algumas falhas que denunciam que foi um homem que escreveu (como uma mulher iria estar no salão depilando a virilha, com a janela meio aberta? IMPOSSÍVEL!).
Outra coisa que me desagradou: a sensação ao ler o livro. Não gosto só de ler, gosto de toda a experiência de ler um livro: ver a diagramação, a capa, sentir o papel nas mãos. E aí acheio o maior problema do livro. Achei a driagramação interna beeeem feinha, a letra é meio grande demais e a entrelinha pequena. Além disso, e o papel escolhido (um couche mais grossinho), dá a sensação de estar lendo uma revista ou um grande folheto. :/
Adoro ler, mas poema é uma coisa que nunca consegui gostar. Acho meio chatinho, não me empolga… sendo assim, o único poema que gosto é bem bobinho e de um filme que adoro:
I hate the way you talk to me
And the way you cut your hair
I hate the way you drive my car
I hate it when you stareI hate your big dumb combat boots
And the way you read my mind
I hate you so much that it makes me sick
It even makes me ryhmeI hate the way you’re always right
I hate it when you lie
I hate it when you make me laugh
Even worse when you make me cryI hate the way you’re not around
And the fact that you didn’t call
But mostly I hate the way I don’t hate you
Not even close, not even a little bit, not even at all.
É isso mesmo, o poeminha de 10 coisas que eu odeio em você. hehe
Ai ai, Heath. <3
Mais uma difícil, hein? Caramba.
Vou ter que soltar a nerd que existe em mim, não surpreender ninguém e falar que toda a série Harry Potter tem um lugar privelegiado em meu coração. Foram anos e anos de espera, de suposições, de vontade de ir pra Hogwarts (não, peraí, essa vontade ainda existe).
Já reli todos pelo menos uma vez (sempre antes da estreia dos filmes, pra refrescar a memória) e está nos meus planos reler todos os sete, de uma tacada só. Fora que SONHO com esse box aí ao lado. Alô Rocco, cadê um box especial com toda a série com capa dura, hein?
Sou fã da Dona JK. Vai dizer que vocês ainda não sabiam?
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