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12/11/12

366 Nuncas: #302 a #308

Por Ana Carolina | Arquivado em project 365

#302 – 28/10/2012

Minha irmã e a suicinha vieram passar alguns dias por aqui e me diverti com a sobrinha. Nunca tinha visto uma criança tão indignada com as minhas unhas do pé pintadas de vermelho. Ela não parava de apontar e fazer “hm”, tipo perguntando “O que você fez pra ficar assim? Como assim?”. Hahahha. Linda!

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#303 – 29/10/2012

Demorei um tempão para encontrar o gibi com o casamento da Mônica com o Cebolinha, só consegui achar para comprar pela internet. O nunca? Esse é fácil: nunca tinha visto a Mônica casando!

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#304 – 30/10/2012

Fui à loja de brinquedos e dei de cara com uns saquinhos surpresa da Playmobil. Você escolhe entre personagens femininos ou masculinos e compra sem saber o que tem dentro. Eu, que nunca tinha tido um Playmobil na vida, comprei e amei a minha: uma princesa. Voltei lá depois e comprei mais 3, mas nenhum é tão bonitinho quanto essa.

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#305 – 31/10/2012

Teve festinha de Halloween aqui na agência e fiquei de fazer um cemitério de brigadeiro. Tinha bonequinhos enterrados, ficou bem legal. Gostei de fazer pela primeira vez algum doce temático.

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#306 – 01/11/2012

Já até resenhei o livro aqui, mas tinha que deixar registrado que nunca tinha lido algo do John Green. Adorei, tô doida para ler mais alguma coisa dele.

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#307 – 02/11/2012

Fui para a praia passar parte do feriado e adivinha? Chuva, chuva e mais chuva. O jeito foi ficar jogando cartas com os meus sogros. Nunca tinha feito isso com eles, foi divertido.

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#308 – 03/11/2012

Nunca tinha visto o Guarujá com tanta placa de perigo espalhada na praia. No máximo, andamos uma horinha por ali, mas nada de torrar ao sol.

19/08/11

Andei lendo: Especiais – 3º livro da série Feios (Scott Westerfeld)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Depois de me empolgar mais com a série no segundo livro, emendei o terceiro e último. E olha, tava indo tudo bem.. até que a Tally dá uma de idiota (como quase sempre) e o autor mata meu personagem favorito. Sério, nem me dá muita vontade de falar do livro por conta disso. Hahaha.

Agora que Tally e Shay são especiais (quer dizer, mais ou menos. Que tipo de especial de verdade tem que ficar se cortando pra pensar direito?), eles tão naquele pique de sou-foda-ninguém-é-melhor-que-eu e me deu uma preguiça gigantesca. Aí quando elas encontram os Enfumaçados e vão atrás deles, pensei: a-ha! Um pouco de ação boa, finalmente! Mas não: elas vão lá e basicamente tudo volta ao primeiro livro.

A Nova Fumaça é muito drama pra mim, não aguento. Já falei que acho David um chato de galocha, né? Pois é.

Enfim, a série tinha tudo pra ser bem boa, mas o final estraga. Já falei que matam meu personagem favorito? Poxa!

05/06/11

A garota que lê

Por Ana Carolina | Arquivado em aleatórios

Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.

Texto super gracinha (tô meio Hebe hoje, me deixa) que li aqui. Me identifiquei bastante com alguns pedaços. hahaha. :p

Foto daqui.

17/01/11

Andei lendo: Precisamos falar sobre o Kevin (Lionel Shriver)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Começo hoje um intensivão de Andei lendo. Deixei de falar de alguns livros legais que li e resolvi falar deles durante uma semana inteira, um por dia. Vocês aguentam? :)

Nunca tinha ouvido falar desse livro até a Karina me emprestar. Achei a foto da capa ótima e a a sinopse melhor ainda: a história de um adolescente americano de classe média alta que faz um dia de matança na escola, tudo contado por sua mãe.

Demorei um pouco para ler o livro porque achei que a primeira metade dele é um tanto enfadonha. Eva é uma mulher mega interessante, criadora de uma empresa de guias de viagem e que já rodou o mundo, mas só sabe falar sobre cada mínimo sentimento, analisa tudo e remói o tempo em que ainda não tinha filhos. A partir da metade do livro é que a história realmente se desenvolve.

Desde pequeno Kevin é um garoto estranho que sente prazer em magoar as pessoas, é uma criança quieta, não brinca com nada nem ninguém. Com o passar do tempo ele fica pior, até virar um adolescente super reservado, dissimulado e com poucos amigos. Ele planeja cada detalhe do ataque aos colegas de escola e olha, crédito pra ele porque o plano é super amarradinho e bem bolado. haha.

Gostei bastante do final, embora tenha achado um pouquinho previsível. Fiquei mais contente com ele porque, apesar de mórbido, deu fim à um personagem que eu tinha achado super chato e que bem que merecia o fim que teve. O problema foi o fim de outro personagem, completamente inocente e que não merecia o final que teve também.

Histórias de assassinatos e crimes sempre me pegam e essa achei bem legal, apesar de ter pensado em abandonar o livro antes da metade (não tava brincando quando disse que a primeira metade do livro é bem chata e meio desnecessária).

Vocês sabem que eu sou a louca que fica fascinada pelo mundo dos livros que leio, né? Passei alguns dias pesquisando sobre os crimes desse tipo que já aconteceram, vi fotos, entrevistas… e me lembrei de Bang, Bang, You’re Dead, a peça que virou filme e fala exatamente sobre isso. Lembro de ter gostado quando li o script da peça há muitos anos atrás e não ter gostado tanto assim do filme.

02/09/10

Andei lendo: Poderosa (Sérgio Klein)

Por Ana Carolina | Arquivado em andei lendo

Pedi o livro no Trocando Livros por pura curiosidade. Um livro infanto-juvenil sobre uma adolescente, escrito por um homem tinha potencial, né?

O livro conta a história de Joana Dalva (sim, é uma brincadeira engraçadinha com Joana D’arc),  uma menina de 13 anos que ainda não menstruou, quer ser escritora e mora com pai, mãe, avó e irmão mais novo. Os pais estão quase se separando, a avó vive na cama desde que teve um derrame e o irmão é um pentelho. Ela tem uma melhor amiga, é apaixonada pelo menino mais disputado do colégio e, claro, odeia a gostosona/cabeça-oca que atrai todas as atenções dos meninos. Até que ela descobre que tudo o que escreve vira realidade e faz algumas “adaptações” por conta própria.

Joana é uma daquelas meninas sabe-tudo: sabe escrever melhor que os colegas, analisa a postura da mãe no relacionamento com o pai, se acha mais entendida que as amigas… e me deu preguiça. Ela é engraçadinha e sagaz em alguns momentos mas, no geral, achei chatinha.

Talvez o livro seja infantil demais pra mim (oi? é pra meninas adolescentes e eu tô aqui com mais de 1/4 de século, né?), mas achei chatinho. Tiradinhas bobas, história mega previsível e algumas falhas que denunciam que foi um homem que escreveu (como uma mulher iria estar no salão depilando a virilha, com a janela meio aberta? IMPOSSÍVEL!).

Outra coisa que me desagradou: a sensação ao ler o livro. Não gosto só de ler, gosto de toda a experiência de ler um livro: ver a diagramação, a capa, sentir o papel nas mãos. E aí acheio o maior problema do livro. Achei a driagramação interna beeeem feinha, a letra é meio grande demais e a entrelinha pequena. Além disso, e o papel escolhido (um couche mais grossinho), dá a sensação de estar lendo uma revista ou um grande folheto. :/

23/08/10

Dia 18: Um poema

Por Ana Carolina | Arquivado em cinema, diarinho

Adoro ler, mas poema é uma coisa que nunca consegui gostar. Acho meio chatinho, não me empolga… sendo assim, o único poema que gosto é bem bobinho e de um filme que adoro:

I hate the way you talk to me
And the way you cut your hair
I hate the way you drive my car
I hate it when you stare

I hate your big dumb combat boots
And the way you read my mind
I hate you so much that it makes me sick
It even makes me ryhme

I hate the way you’re always right
I hate it when you lie
I hate it when you make me laugh
Even worse when you make me cry

I hate the way you’re not around
And the fact that you didn’t call
But mostly I hate the way I don’t hate you
Not even close, not even a little bit, not even at all.

É isso mesmo, o poeminha de 10 coisas que eu odeio em você. hehe

Ai ai, Heath. <3