Antes de qualquer coisa, tenho que avisar que este é um post cheio de spoilers e com uma visão totalmente pessoal sobre o livro. Não quero ver fã incondicional reclamando do que eu falei, tá?
Se você quer ler o que achei do último volume da série, clica em “Ver mais”.
Não sei se já falei por aqui, mas vivo uma relação de amor e ódio com a série Crespúsculo: acho a história bem bolada, mas bem mal escrita. Acho a Bella chata, dramática e fraca. Gosto do Edward, mas acho todo esse drama te-amo-morro-sem-você meio histórinha de livro de banca da jornal, sabe?
Mesmo assim, não consegui largar nenhum dos quatro volumes enquanto não terminei de ler, fiquei super anciosa pelo lançamento de Eclipse, fiquei doida quando soube que ia ter que esperar 6 meses pra ler o final da história.. até que minha irmã leu, me contou o que acontecia e passou minha curiosidade. Daí quando o livro foi lançado em junho, comprei e só li agora, isso porque fiquei curiosa com o número enorme de pessoas lendo esse livro no mesmo ônibus que eu, se não teria deixado pra depois.
Isso explicado, posso falar só sobre Amanhecer, né?
O livro é dividido em três partes, bem distintas.
O livro começa sendo contado por Bella, até ela engravidar. Nessa parte tem muito blá blá blá sentimentalóide que é o que odeio na Bella: tudo ela acha que faz errado, é insegura pra tudo… grrr, quero dar uns tabefes na cabeça dessa menina pra ver se pega no tranco.
A segunda parte é contada pelo Jacob e aí me surpreendi: engraçado, leve, moleque… nunca fui muito chegada ao Jacob, mas dessa vez tive que dar o braço a torcer e dizer que ele por ele mesmo é muito melhor do que pelos olhos da Bella. Ele narra a partir da volta da Bella para Forks até o parto da Renesmée. Me diverti com a narração dele para alguns acontecimentos, morri de dó quando ele sofre pela Bela e fiquei torcendo pra que tudo desse certo pra ele no fim.
A terceira parte volta a ser narrada pela Bella, mas aí ela está totalmente diferente: depois de ser transformada em vampira (quando está quase morrendo durante o parto de sua filha), ela fica mais confiante, feliz e com um humor mais sarcástico. A narrativa dela para o novo mundo que vê com os olhos de vampira é super detalhada, gostei bastante. Além disso, ela deixa de lado esse negócio de amor hiper dramático e encara o amor pelo Edward de uma forma um pouco mais adulta.
O livro não tem lutas (como a que eu adorei em Eclipse), mas tem um grande embate, que acaba sendo bem interessante.
Fora isso, fico de cara com os nomes bregas que as autoras escolhem para os filhos dos personagens. Primeiro foi J.K. Rowling que nos brindou com os péssimos James Sirius, Lilian Luna e Alvo Severo, filhos de Harry Potter com a Gina Weasley. Dessa vez foi a Stephanie, que batizou a filha de Edward e Bella de Renesmée Carlie, uma super mistura de Renée, Esme, Charlie e Carlisle, os pais do casal. Brega? Imagiiina.
Não posso deixar de dizer que fiquei impressionada com a quantidade de cenas que remetem ao sexo. Se passarem tudo isso pra versão cinematográfica, certeza de que vai ser um pornô de primeira. hahah. Lógico que todo mundo tava querendo ver a Bella e o Edward chegarem aos finalmentes de uma vez por todas, mas né? Depois que ela vira vampira quase tudo que ela pensa se relaciona ao sexo. Achei meio exagerado, tem certas coisas que não precisam ser tão citadas pra gente saber que estão lá.
No geral achei que foi um fim digno para a série, mas tenho certeza absoluta que mais dia menos dia vem alguma “sobra” dessa história. Talvez a autora termine os livros na visão do Edward, talvez comece uma nova série com Renesmée como personagem principal… quem sabe?
Pra terminar, eu tinha que mostrar pra vocês essa imagem que a Dani me mandou:
Hughes escreveu e produziu o filme que lançou o Macaulay Culkin ao estrelato.
A família toda de Kevin vai viajar para Paris no Natal e acaba esquecendo o menino em casa. Ele fica em casa sozinho, se livra de uns ladrões e ainda tenta passar loção pós barba, em uma cena ótima. Clássicão.
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4 – Mulher nota 1000 (Weird Science) – 1985
Dirigido, escrito e produzido por Hughes.
Dois super nerds adolescentes têm o mesmo problema que muitos outros: não conseguem arrumar namoradas. Claro que como eles são nerds super inteligentes resolvem o problema criando no computador a mulher perfeita. Pena que eles não conseguem controlar a mulher.
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3 – Gatinhas e Gatões (Sixteen Candless) – 1984
Gatinhas e Gatões foi escrito e dirigido por Hughes e foi a primeira vez que ele trabalhou com Molly Ringwald, que todos falam que era sua musa.
Samantha completa 16 anos (o equivalente americano aos 15 anos das meninas aqui no Brasil) e tem o azar disso acontecer bem no dia do casamento da sua irmã.
Além disso, ela gosta do gostosão do colégio, mas o único que dá bola pra ela é um nerd pra lá de grudento.
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2 – Clube dos Cinco (The Breakfast Club) – 1985
O segundo filme de Hughes com a Molly Ringwald, foi dirigido e produzido por ele. Além da Molly, esse também é o terceiro filme de Hughes com o Antohony Michael Hall… percebe-se que o diretor tinha uma cisma com alguns atores, né?
Cinco adolescente totalmente diferentes ficam presos na escola durante todo o sábado para cumprirem detenção. Tem a menina popular, o nerd, o esportista, a menina estranha e o menino revoltado. No final todo mundo conta alguma coisa bem pessoal sobre si e acabam saindo da escola um pouco diferente.
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1 - Curtindo a vida adoidado (Ferris Bueller’s Day Off) – 1985
Já disso no Top 5 – Filmes da Sessão da tarde que esse é meu filme favorito, então é claro que ele leva o primeiro lugar nesse Top 5 também (em qualquer um, na verdade).
O filme foi dirigido e escrito por Hughes. É incrível o quanto esse homem trabalhou entre 84 e 85.
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Além desses, Hughes também fez: Garota de Rosa-Shocking, A Malandrinha, Férias Frustradas, Quem vê cara não vê coração, Ela vai ter um bebê, Férias Frustradas II, Beethoven e vários outros.
Talvez você não conheça Tim Burton pelo nome, mas duvido que nunca tenha assistido algum filme dele: O Estanho Mundo de Jack, Peixe Grande, a nova versão de A Fantástica Fábrica de Chocolates…a lista é bem grande.
Tim é casado com Helena Boham Carter, escritor e, para mim, o melhor diretor cinematográfico de todos os tempos. Desculpaê se você gosta muito do Spielberg, do Del Toro…. também acho eles muito bons, mas só o Tim Burton me faz ficar doida esperando pelo próximo filme, babar em toda a direção de arte, nas histórias doidas. Impossível não gostar.
É aí que chegamos à esse Top 5: tava faltando falar decentemente dele por aqui, aquele post sobre o ensaio da Vogue UK não valeu de nada. Já aviso que esse Top 5 vai ser um dos mais difíceis de se fazer, porque gosto de todos os filmes dele (ok, acho Marte Ataca mais ou menos) e recomendo todos. Vamos lá?
Acho que Ed Wood é um filme muito injustiçado. Primeiro porque todo mundo fala que é sem graça já que é p&b e segundo porque falam que o filme é tosco, meio mal feito.
O filme conta a vida de Ed Wood, um diretor de filmes de terror em Hollywood, na década de 50. Ele era péssimo, tinha uma produção horrorosa e ficou muito amigo de Bela Lugosi, o ator que interpretou Conde Drácula em muitos sucessos de Hollywood e que estava em decadência e viciado em morfina nesta época.
No elenco tinha Johnny Depp e Sarah Jessica Parker. Pra saber mais sobre a história do real Ed Wood, clica aqui.
Gosto muito desse filme por causa da história real (já disse aqui que adoro biografias e cinebriografias, né?). Acho super legal ver como eram as coisas, como o Ed Wood não tava nem aí pros detalhes das filmagens… me divirto sempre que assisto.
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4 – Sweeney Todd (2007)
A cor do filme é linda, a direção de arte é maravilhosa, Johnny Depp e Helena Boham Cartar cantando ficou ótimo… e ainda por cima a história é sinistra (tortas feitas de carne humana que vendem absurdamente – adoro!), sanguinolenta e dizem que fez justiça à peça que ficou em cartaz por muitos anos na Broadway. Dá pra pedir mais? Diversão garantida.
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3 – Edward Mãos de Tesoura (1990)
Cresci assistindo Edward Mãos de Tesoura na Sessão da Tarde. Adorava quando ele cortava o cabelo de todas as mulheres da cidade (até do cachorro!) e morria de ódio quando o namoradinho da menina que ele gosta brigava com ele.
Se você nunca assistiu, só pode ter dois motivos: é muito novo (acho que nem passa mais na Sessão da Tarde) ou viveu em uma caverna.
No elenco tem Johnny Depp (a primeira de muitas parcerias entre ele e Burton) e Winona Rider.
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2 – Os fantasmas se divertem (1988)
Besouro Suco, Besouro Suco, Besouro Suco! Vai dizer que você não brincava de ficar chamando o Besouro Suco toda vez que esse filme passava na Sessão da Tarde? Aliás, sempre achei péssima a tradução literal do nome do personagem.. podiam simplesmente ter deixado Beetlejuice, né?
A cena em que a Winona Rider “voa” cantando com os fantasmas do time de futebol americano é minha favorita, sempre fico querendo dançar junto.
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1 – O estranho mundo de Jack (1993)
Lembro de ter assistido esse filme pela primeira vez em algumas férias, de madrugada, no SBT. Passei anos querendo saber o nome e nunca encontrava (tempos sem internet, minha gente!). Até que um dia vi na locadora (de algum jeito passou na tv antes de chegar à locadora) e ta-da! Aluguei, assisti um monte e anos depois voltei a assistir, quando dei o dvd de presente pro Henrique (na nossa formatura, dei de presente todos os dvds de todos os filmes do Tim Burton pra ele).
Nos últimos tempos o filme voltou à moda, já vi até bolsa de barraquinha de camelô com estampa do Jack.. acho ótimo, quanto mais gente conhecer o filme, melhor!
Ah! A Dani(migs querida que vai ganhar um cartão de dia dos namorados feito por mim – brincadeira, não vou contar o que tô fazendo pra ela) me avisou que esse é um filme que só idéia e produção são do Tim Burton.. a direção ficou por conta do Henry Selick.
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Outro que merece ser mencionado é Vicent, o primeiro stop motion do diretor. Realmente muito bom:
Uma das coisas que ajuda muito a gente gostar de um filme ou não é a trilha sonora. Talvez por isso todo mundo tem aquela trilha que adora e recomenda.
Olha a preferida das meninas, com direito à negrito nas músicas favoritas:
Músicas: 01. Accidentally in Love – Counting Crows
02. Holding Out for a Hero – Frou Frou
03. Changes – Butterfly Boucher
04. As Lovers Go [Ron Fair Remix] – Dashboard Confessional
05. Funkytown – Lipps Inc.
06. I’m on My Way – Rich Price 07. I Need Some Sleep – Eels
08. Ever Fallen in Love – Pete Yorn
09. Little Drop of Poison – Tom Waits
10. You’re So True – Joseph Arthur
11. People Ain’t No Good – Nick Cave & the Bad Seeds
12. Fairy Godmother Song – Jennifer Saunders
13. Livin’ la Vida Loca – Antonio Banderas
14. Holding Out for a Hero [*] – Jennifer Saunders
15. [CD-ROM Track]
Porque eu escolhi essa trilha? Acho que foi uma das poucas que eu prestei atenção em um filme/desenho, que realmente chamou minha atenção, e na maior parte é animada e mexe com a gente. Acho que é isso!
Músicas: 1. Desolation Row – My Chemical Romance 2. Unforgettable – Nat King Cole 3. The Times They Are A-Changin’ – Bob Dylan 4. The Sound Of Silence – Simon And Garfunkel 5. Me And Bobby McGee – Janis Joplin 6. I’m Your Boogie Man – K.C. And The Sunshine Band 7. You’re My Thrill – Billie Holiday 8. Pruit Igoe & Prophecies – Philip Glass Ensemble 9. Hallelujah – Leonard Cohen 10. All Along The Watchtower – Jimi Hendrix 11. Ride Of The Valkyries – Budapest Symphony Orchestra 12. Pirate Jenny [Live] – Nina Simone
Não sou muito fã de trilhas sonoras, porém esta me chamou a atenção… Não só pelo fato de ter visto esse filme recentemente, mas essa trilha é Vintage! rs Sim, o HQ/Filme do Watchmen se passa nos anos 80 e a trilha segue essa mesma linha. Então tem vários clássicos, que toda mãe gosta e que sempre nos tras boas lembranças… Ok, tem My Chemical Romance na trilha, mas pra quem gosta é um prato cheio!
Músicas: 1. I Got Rhythm – Lena Horne & Q-tip 2. Take The Lead (Wanna ride) – Bone Thugs And Harmony/Wisin/Yandel/Fatman Scoop/Melissa
3. Feel It – Black Eyed Peas
4. I Like That – Jae Millz
5. These Days – Rhymefest
6. Here We Go – Dirtbag
7. Whuteva – Remy Ma
8. Ya Ya – The Empty Heads
9. Never Gonna Get It – Sean Biggs, Topic & Akon
10. I Like That You Can’t Take That Away From Me – Jae Millz/june Christy/eric B/rakim/mashonda
11. Fascination – Kem
12. Que Sera Sera – Sly & The Family Stone
O filme é sobre dança e o pessoal arrasa nas cenas de tango (q eu amo). Tem uma cena no filme no qual os alunos dançam um tango grupal mto perfeito. Eu curto a trilha sonora pq ela é alegre e dançante, não dá pra ficar parado assistindo ou ouvindo as músicas do filme =)
Músicas: 1. All I Want Is You – Barry Louis Polisar
2. My Rollercoaster – Kimya Dawson
3. A Well Respected Man – The Kinks
4. Dearest – Buddy Holly
5. Up The Spout – Mateo Messina
6. Tire Swing – Kimya Dawson
7. Piazza, New York Catcher – Belle & Sebastian
8. Loose Lips – Kimya Dawson
9. Superstar – Sonic Youth
10. Sleep (Inst) – Kimya Dawson
11. Expectations – Belle & Sebastian
12. All The Young Dudes – Mott The Hoople
13. So Nice So Smart – Kimya Dawson
14. Sea Of Love – Cat Power
15. Tree Hugger – Kimya Dawson & Antsy Pants
16. I’m Stickng With You – The Velvet Underground 17. Anyone Else But You – Moldy Peaches
18. Vampire – Antsy Pants
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Primeiro preciso explicar como é meu gosto pra música: ele depende do dia e do meu estado de humor, se eu estiver mais pra baixo preciso de músicas melosas, se eu estiver hiper elétrica eu prefiro musicas mais agitadas e alegres… por isso ouço de tudo.
E como nessa semana eu tô num estado de humor meio estranho, uma mistura de friozinho na barriga, felicidade, saudade, sentimento de liberdade, escolhi a trilha sonora de Juno. Essa trilha é maravilhosa, por que ela é bem animadinha e engraçadinha como o filme, e como eu disse as musicas de Juno dão um sentimento de liberdade, felicidade, de tô viajando sem rumo, sabe?
Todas as musicas são maravilhosas, mas minhas favoritas são All I Want Is You – Barry Louis Polisar e Anyone Else But You – Moldy Peaches. Essas duas músicas de me dão uma sensação de voltar a ser criança e ir correndo para o parque de diversões , comer algodão doce de mãos dadas com o Love, uma vontade de dançar..
Músicas:
1. All My Loving – Jim Sturgess
2. I Want To Hold Your Hand – T.V. Carpio
3. It Won’t Be Long – Evan Rachel Wood
4. I’ve Just Seen A Face – Jim Sturgess
5. Let It Be – Carol Woods e Timothy T. Mitchum
6. Come Together – Joe Cocker e Martin Luther
7. I Am The Walrus – Bono
8. Something – Jim Sturgess 9. Oh! Darling – Dana Fuchs e Martin Luther
10. Strawberry Fields Forever – Jim Sturgess e Joe Anderson
11. Across The Universe – Jim Sturgess
12. Helter Skelter – Dana Fuchs
13. Happiness Is A Warm Gun – Joe Anderson
14. Black Bird – Evan Rachel Wood 15. Hey Jude – Joe Anderson
16. Lucy In the sky With Diamonds – Bono
Eu amo Beatles e A-DO-REI esse filme, do fundo do meu coração! Como eu assisti o filme toda arrepiada, do início ao fim, não podia escolher outra trilha sonora para compor esse post junto a Ana!
Os clássicos que compõem a trilha são interpretados pelos próprios atores do filme, o que dá um toque ainda mais especial a produção. Eu aprovei e adorei o resultado posso dizer a vocês que é uma experiência bem diferente, principalmente na versão de Oh Darling!, que eu defino como uma de minhas minhas preferidas! Diferente, mas que não deixa de ser Beatles!
Quem ficou com vontade de ouvir, clique aqui e curta o som
Espero que vocês também gostem da experiência! Ah e claro, fica a indicação do filme também..é uma história de amor lindíssima! .
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Eu
Músicas: 1. Painted On My Heart – The Cult 2. Machismo – Gomez
3. Flower – Moby
4. RAP – Groove Armada/M.A.D.
5. Leave Home – The Chemical Brothers
6. Da Rockwilder – Method Man/Redman
7. Roll All Day – Ice Cube
8. Sugarless – Caviar
9. Never Gonna Come Back Down – BT/M. Doughty
10. Too Sick To Pray – A3
11. Party Up (Up In Here) – DMX
12. Stop The Rock – Apollo Four Forty
13. Better Days (And The Bottom Drops Out) – Citizen King (remix)
14. Boost Me – Trevor Rabin
60 segundos foi o filme que me fez gostar do Nicolas Cage e da Angelina Jolie. Adoro toda a adrenalina do filme, já assisti umas 20 vezes e continuo me divertindo toda vez que assisto.
A trilha sonora é ótima, toda dançante. Adoro a letra de Painted on my heart e a batida de Machismo é MUITO boa.
Costumo ouvir o cd quando tenho que correr com algum trabalho, me dá pique.
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O mais legal é que eu estava super em dúvida entre as trilhas sonoras de Watchmen, Juno e 60 segundos… a Ana e a Bruna me ajudaram a decidir quando escolheram duas dessas trilhas.
Vivo lembrando dos filmes que eu assistia na Sessão da Tarde quando era criança: sempre tenho conversas sobre eles com amigos, assisto sempre que posso os que tenho em dvd… vai dizer que você não adora assistir filmes que te lembram do tempo em que passar a tarde toda deitado no sofá não era crime? Ô tempo bom.
Esses filmes merecem um Top 5 e vou dizer que foi super difícil escolher só cinco. Também foi bem difícil me segurar nas fotos e vídeos deles, portanto todos terão uma abinha de ver mais.
5 - Quase Igual aos Outros (Just one of the guys) – 1985
Terry é a menina popular do colégio que é linda, tem as melhores roupas e o namorado perfeito… até que resolve se vestir de menino para tentar uma vaga em um jornal chamado Tribuna do Sol. Ela corta o cabelo, coloca meia na cueca, frequenta o vestiário masculino.. e se apaixona pelo único cara que quer ser amigo desse menino que ela finge ser. Ver mais ▼
Lembro super bem da cena da festa havaiana, em que ela se declara pro Rick e tem que mostrar os peitos pra ele acreditar que ela é mulher (a Globo mostrava isso numa boa). E tinha também aquele irmão dela que era hiper tarado, super nojentão.
Mesmo sabendo o final, eu torcia demais pro cara perdoá-la pela mentira e pro irmão dela parar de ser tão tarado.
No elenco só tinha atores que estavam em começo de carreira e que acabou não vingando nem depois desse filme:
Joyce Hayser era a Terry Griffith, a mocinha da história. Antes desse filme ela tinha feito alguns filmes que não fizeram sucesso (incluindo aí Os embalos de sábado à noite continuam) e foi assim depois de Quase.. também. Ela continua atuando até hoje, em papéis que quase nunca têm destaque.
Clayton Rohner interpretou Rick Morehouse, o mocinho que vira amigo do menino que a Terry finge ser e acaba se apaixonando por ela. Calyton continua atuando e fez vários filmes e participações em séries (recentemente participou de Weeds).
Billy Jayne fez Buddy Griffith, o irmão tarado e nojento da Terry. Jayne teve até série de tv, mas atualmente não atua mais. Agora ele dirige filmes publicitários e é guitarrista (toca na banda da Macy Gray).
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4 - Admiradora secreta (Secret Admirer) – 1985
Michael recebeu uma carta de uma admiradora secreta e responde a carta achando que quem mandou foi Deborah Anne, a menina de quem ele gosta. A carta vai parar nas mãos erradas, gera a maior confusão e no final das contas quem tinha mandado a primeira carta para ele era Toni, sua melhor amiga. Ver mais ▼
Quem não lembra daquela cena da Toni abrindo a carta com o vapor da chaleira, pra não deixar vestígio de que ela abriu a carta que a Deborah Anne escreveu pro Michael? É uma das cenas que mais lembro, sempre quis fazer isso com alguma carta. hahaha. E no final eu sempre torcia pra Toni largar de ser troxa e ir embora, sem dar bola pro Michael.
Elenco principal:
C. Thomas Howell fez Michael e era um galãzinho da época. Já tinha feito E.T. e Vidas sem rumo (The Outsiders) o que já fazia dele um rosto conhecido do público. Agora Howell embarangou, mas continua fazendo alguns filmes e participações em séries.. nada com muito destaque.
Lori Loughlin interpretou a Toni, minha personagem favorita do filme. Antes desse filme ela só tinha feito outro, que ninguém falou muito. Depois, fez Três é Demais (Full House) e agora tá na nova versão de Barrados no Baile, o 90210.
Kelly Preston era a Deborah Anne, a amiga gostosona da Toni por quem o Michael era apaixonado. Depois do filme, Kelly casou com o John Travolta, teve dois filhos e acabou de perder um deles. Tá, não foi só isso. Ela também trabalhou em filmes e séries de TV, como Jerry Maguire e Joey, e ganhou o prêmio de pior atriz coadjuvante no Framboesa de Ouro.
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3 - Conta Comigo (Stand by me) – 1986
O filme é contado por Gordie, o menino que cresceu, virou escritor e recorda de um verão em que ele e seus amigos Chris, Ted e Vern resolvem procurar por um garoto desaparecido. Enquanto procuram o menino que sumiu, os amigos acabam descobrindo muito sobre si mesmos. Ver mais ▼
Minhas cenas favoritas são a do lago com sanguessugas, a sequência do garoto gordo no concurso de tortas e a que eles cantam, enquanto andam pela linha do trem. E vai dizer que o River Phoenix menino não é lindo? Óbvio que o Chris era meu personagem favorito. hahaha.
Elenco principal:
Will Wheaton era GordieLachance, o menino que narra a história toda. Depois de Conta Comigo ele virou estrela na série televisiva Star Trek: The next Generation e hoje participa dos encontros que os fãs da série fazem, dando palestras.
River Phoenix interpretou o Chris Chambers, o menino rebelde. O River foi o galã mirim desse filme e de alguns outros, até que cresceu, se envolveu com drogas, ficou amigo do Keanu Reeves, foi indicado ao Oscar (mas não ganhou), morreu de overdose aos 23 anos na porta da danceteria do Johnny Depp e ganhou homenagem do Milton Nascimento.
Corey Feldman fez Teddy Duchamp, o garoto de óculos que não deixava ninguém falar mal do pai zuado que ele tinha. Feldman é um dos atores que mais participou filmes memoráveis na década de 80 e início dos anos 90. Participou de Goonies, Garotos Perdidos, Sem Licença para dirigir e Meus vizinhos são um terror. Depois que cresceu, passou a fazer filmes que não tiveram tanto sucesso.
Jerry O’Connell era o gordinho bobão Vern Tessio. Ele foi o único que manteve uma carreira estável e continua fazendo filmes que têm um certo destaque até hoje. Participou de Jerry Maguire e a série Room 6. Além, é claro, de ter dado a volta por cima, emagrecido um monte e ter ficado gätz – praticamente uma versão hollywoodiana de Baba Baby.
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2 - Elvira: a rainha das trevas (Elvira – Mistress of the dark) – 1988
Elvira é uma apresentadora de programa sobre filmes de terror que recebe de herança de uma tia uma mansão no interior dos Estados Unidos. A cidade toda fica revoltada com o estilo espalhafatoso da mulher e quer expulsá-la da cidade. Mas ela tem a ajudinha de um livro de feitiços que foi deixado pela tia e no final tudo fica bem. Ver mais ▼
Não tem nem o que dizer sobre uma mulher que faz essa dança dos peitos, né? Tenho que confessar que eu queria ser que nem ela quando crescesse.
Cassandra Peterson interpretou a rainha das trevas perfeitamente e nunca mais conseguiu se livrar do personagem: fez alguns filmes de terror e teve até seu próprio show da tv, chamado The Elvira Show.
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1 - Curtindo a vida adoidado (Ferris Bueller’s Day Off) – 1985
Ferris é um garoto de 17 anos que resolve matar aula para aproveitar o dia com sua namorada e seu melhor amigo, antes que eles se formem no colégio e se separem ao ir para a faculdade. Lógico que ele mente que está doente, o diretor da escola desconfia e passa o dia na cola do menino. A irmã dele é uma megera que também fica tentando entregar o Ferris e só sossega quando ganha uns beijos do Charlie Sheen novinho na delegacia. Ver mais ▼
Curtindo a vida adoidado é o meu filme favorito desde sempre e eu sonhava em casar com alguém igualzinho ao Ferris. Então sou hiper suspeita pra falar que a cena em que ele canta Beatles no desfile da cidade é a melhor cena musical ever. Também tem a cena do Cameron chutando o carro do pai. E o beijo da Jeanie no Charlie Sheen. Ou a cena do chuveiro, com o moicano. Tá bom, parei por aqui.
Elenco principal:
Não resisti em colocar essa foto dos três, tão gracinha. haha.
Matthew Broderick era o irresistível Ferris Bueller. Na época ele tinha essa cara de pivete, mas na verdade já estava com mais de 25, super bem. Daí que o tempo passou, ele fez alguns filmes não tão expressivos (Godzilla, Mulheres Perfeitas, Inspetor Bugiganga, etc), casou com a Sarah Jessica Parker e embarangou de vez. Vi uma entrevista em que ele falava que até hoje as pessoas param ele na rua pra falar que são fãs do Ferris e que isso chega a incomodar, já que ele já fez vários outros filmes e todo mundo se lembra só de um dos primeiro.
Alan Ruck interpretou o melhor amigo de Ferris, Cameron Frye. Ele também era bem mais velho que seu personagem na época da filmagem: tinha 30 anos. Antes de participar do filme Alan, assim como o Matthew, era ator de teatro e continuou atuando em várias peças depois disso. No cinema fez Twister, Fim dos tempos, Velocidade máxima e mais alguns outros. Na tv, participou de várias séries e teve papel permanente em Spin City. Recentemente fez uma ponta como o diretor da faculdade de Greek.
Mia Sara era a invejável Sloane Peterson. Mia não tinha nem se formado no colegial ainda quando participou das filmagens. Depois de Curtindo a Vida Adoidado, foi a mocinha em um filme do Jean-Claude Van Damme e fez mais alguns filmes, nada com muito sucesso.
Ana Carolina, 26 anos. Diretora de arte que lava as mãos obssessivamente. Namorada que sente saudade sempre. Dorme pouco. Fala muito, mas escuta muito também. Mais?