Momento confissão: sempre vi esse livro por aí mas meio que me recusava a comprar porque achava muito ridícula essa brincadeira no nome da personagem. Marsha Mellow, sério? SÉRIO? Afe.
Aí li algumas resenhas falando bem, o número de estrelas lá no skoob é até que alto… resolvi pegar em uma troca. E não me arrependi.
Amy é secretária em um jornal local nada prestigioso e acaba o namoro com um escritor famoso e totalmente canalha. No meio de toda a raiva pelo fim do relacionamento ela escreve um livro sobre uma mulher que faz sexo com basicamente qualquer coisa que respire. Hahaha. A irmã dela, Lisa, lê o livro, acha o máximo e leva para uma editora (não sem antes criar esse nome LIIINDO – só que não – para ninguém desconfiar que Amy que escreveu). O livro é lançado, vira a maior febre e todos falam sobre isso. Como Marsha Mallow nunca aparece, jornais começam a fazer uma verdadeira caça à verdadeira autora e Amy fica morrendo de medo que a descubram.
O grande problema para ela assumir a personalidade da autora é que sua mãe é uma senhora super conservadora e ela acredita que a mãe teria um ataque quando soubesse. Para evitar a ira da mãe, Amy sempre contou muitas mentiras. Uma das maiores foi a de que seu melhor amigo, Ant (meu favorito de todo o livro), tinha ido à Nova York estudar para ser padre, quando na verdade foi para curtir a vida de um solteiro gay super liberal. Ou seja: ela só cria sarna pra se coçar. SEMPRE.
Como todo livro mulherzinha, claro que Amy se apaixona por um cara super gente fina e eles tentam ficar juntos. Tinha que ter isso, né?
Gostei bastante e ri muito em algumas passagens. O final é um pouco diferente do que achei que fosse, mas não totalmente. É livro mulherzinha, né? Ela tinha que se dar bem no final de qualquer jeito.
Desde o trauma que foi ler P.S. I Love You eu evitei ler algum outro livro da Cecilia Ahern. Tinha a impressão de que ia me acabar de chorar em qualquer livro e simplesmente não estava a fim.
Até que percebi que já fazia um ano desde P.S. I Love You, então achei que estava na hora de dar mais uma chance para a autora (afinal, tenho três livros dela e só tinha lido um). Escolhi Where rainbows end por causa do novo. Tava doida pra saber o porquê do nome.
O livro conta a história de Rosie Dunne, uma menina irlandesa que desde seus 5 anos de idade tem mania de trocar bilhetes e cartas com as pessoas próximas. Rosie tem um melhor amigo menino, chamado Alex, com quem divide todos os momentos da sua vida. Através das cartas/bilhetes/e-mails/conversas em msn acompanhamos o crescimento da menina e as peças que o destino prega nela. Olha, vou te dizer: ô mulher azarada! Toda vez que ela acha que sabe o que fazer e tem planos bem definidos acontece alguma coisa totalmente diferente e ela se ferra. Toda vez ela se ferra, é impressionante. Só no final do livro ela consegue se dar bem.
Não posso falar muito sobre o que acontece com a Rosie porque é sempre uma surpresa e aí eu estragaria a leitura de quem se interessou pelo livros. Só digo que a história é divertida, Rosie e Alex são personagens muito interessantes e não teve muito chororô enquanto eu lia. Gostei bastante, mas P.S. I Love You continua sendo meu livro favorito da autora.
Existe a versão em português do livro (chamada “Onde terminam os arco-íris“, duh!) mas, se eu fosse você, comprava em inglês mesmo. Ô capa feia a dessa versão brasileira! :O
Fiquei bem curiosa para ler esse livro quando vi o trailer do filme, com a Anne Hathaway. Mas fiquei curiosa porque gosto muito da atriz e não tem como negar que ver a história de um casal que se conhece e não se resolve por 20 anos é interessante.
O livro começa no dia 15 de julho de 1988, quando Emma Morley e Dextar Mayhew se conhecem. É o dia seguinte à formatura de faculdade deles, onde eles já haviam se visto mas nunca se falaram. Os dois passam a noite no apartamento que Emma divide com uma amiga, conversando e se beijando. Depois desse dia, o livro mostra o que acontece pelos próximos 20 anos, todo dia 15 de julho. O que os dois estão fazendo, como estão e onde estão. É um jeito bem interessante de ler a história, sabendo que o dia 15 de julho sempre guarda alguma coisa de importante para os dois.
Sinceramente, no começo achei Emma um pouco juventude Che Guevara demais pra mim. Depois passei a gostar bastante e no fim achava ela uma besta. Hahaha. É aquela coisa, né? A mocinha de chick-lit sempre tem que ser meio burra emocionalmente. Mesmo assim, é minha personagem favorita.
Dexter eu já achei meio porre, desde o começo. Toda aquela história de ser rico, lindo e sem noção cansa depois dos 25 anos (até os 25 eu tava toda encantadinha por ele). Fora que tenho preguiça eterna de gente drogada, então ficava meio com preguiça quando ele atingiu o nível máximo da vida besta que ele levava como apresentador de tv.
Quando tava começando a ler o livro, resolvi fazer check-in nele no GetGlue e aí veio a bomba: um comentário dizendo que o livro era triste. Aí, pronto: deduzi que alguém morria, né? Criei mil teorias, mas nenhuma e no final não era nada do que eu tinha imaginado.
Minha opinião: o livro é bom, divertido e um pouco inteligente. As personagens são engraçadas e reais. Mas não espere nada além de um chick-lit, hein?
Ah! Mesmo assim continuo querendo assistir o filme, já sei que vou morrer de chorar no final.
Comprei esse livro logo que a Mari resenhou ele, mas enrolei séculos pra ler. Primeiro deixei minha mãe ler e depois guardei no armário e ele entrou pra fila. hehe.
Antes de falar da história, tenho que confessar uma coisa: se a capa do livro não me agrada, não tenho tanta vontade de lê-lo. E foi exatamente por isso que demorei seis meses pra começá-lo. Ô capinha feia, hein? Podiam ter feito algo bem mais legal e chamativo, mas né?
Pela primeira vez na vida a mocinha de um chick-lit me pareceu mais real. Nada de ser tão certinha, tão bobinha, tão maluca. Ruby Lake é doidinha na medida certa, tem vida normal e é engraçada sem ser exagerada. Ela trabalha em uma revista de famosos, chamada – duh! – Gente Famosa. É solteira, ótima profissional, tem uma vida estável.. só falta um amor pra chamar de seu. No meio de tudo isso aparece um admirador secreto super freak (MEDO dele!) e um carinha super fofo por quem ela se apaixona.
O livro tem viagem para lugar exótico, caras bonitões que são uma noite e nada mais pra ela e muita informação sobre o trabalho dela. Gostei do final do livro também mas, como sempre, era meio previsível a partir de um certo ponto do livro. A única surpresa ficou para a personagem que era o tal admirador secreto, que eu nuuunca iria imaginar que era aquela “pessoa”.
Sempre achei que Meg Cabot só escrevesse romances infanto-juvenis e bem por isso (e pelo nome do livro), esperava algo mais adolescente desse livro. Me enganei, mas gostei do engano.
O livro conta a história de Melissa, uma jornalista que veio do interior para morar e trabalhar em NY, que um belo dia salva a vida de sua vizinha velhinha e rica ao encontrá-la machucada e desacordada em seu apartamento. A partir daí ela tem que cuidar do cachorro e dos dois gatos da vizinha e procurar pelo único parente vivo da velhinha, seu sobrinho, enquanto ela está em coma.
O tal sobrinho é um fotógrafo famoso e que pouco se importa com a tia, então resolve ir passar um tempo viajando com uma modelo e pede para um amigo ir em seu lugar, só para que se um dia a tia acordar, ache que ele esteve o tempo todo cuidando dos seus bichinhos e não o tire do testamento.
Claro que Melissa e John (o tal amigo) se apaixonam, namoram e ele não fala que não é o sobrinho da vizinha, nem seu verdadeiro nome. Claro que no final tudo dá certo, como todo bom chick-lit.
Ando meio cansa de chick-lit exatamente por isso: a mocinha ou o mocinho sempre fazem trapalhadas, mas no final todo mundo vive feliz para sempre e você sabe disso desde a primeira página do livro. Quase sempre, meio óbvio demais. O que diferencia é como os autores escolhem contar a história, né? E Meg Cabot se deu bem escolhendo contar toda a história só através de e-mails que os personagens trocam. É bem legal ver como cada personagem escreve. hehe.
Gostei, mas não é um livro que leria de novo. Por isso mesmo, ele vai para o Trocando Livros hoje mesmo.
Tinha me prometido que só ia ler mais alguma chick-lit quando tirasse alguns outros livros da minha fila de leitura, mas não deu. Acabei deixando na bolsa da Jú o livro que estava lendo e precisava de algum outro que fosse bem rapidinho de ler. Sendo assim, me rendi ao romancezinho água com açúcar mais uma vez.
Achei Confissões de uma ex no armário de livros lá de casa e quase desisti dele só por causa da capa (muito feia, né?). Mas minha mãe disse que o livro era ok, então resolvi dar uma chance.
Emma é uma jornalista de 31 anos que trabalha em uma revista para noivas, mora em NY e namora Derick há 2 anos. Isso até Derick arranjar um emprego em Los Angeles e se mudar, da noite para o dia. Aí Emma chora, entra em crise, se acha gorda, acha o emprego uma droga e tudo mais. Aquela coisa de quem toma um pé na bunda, né?
Além disso tem a história da mãe dela estar planejando seu terceiro casamento e Emma estar disputando uma promoção com uma “amiga” de trabalho. Claro que como toda personagem desse tipo de livro, a moça é toda atrapalhada e faz umas burradas que não dá pra acreditar.
Ela conta com o apoio de Alyssa (uma advogada com namoro estável) e Jade (uma produtora de moda solteira-pega-todos) e acaba arrumando sua vida, emagrecendo, voltando a escrever seu romance (que estava parado em toda a sua “era Derick“) e ficando feliz com si mesma.
Lógio que como todo chick-lit que se preze, ela termina o livro com o namorado perfeito. hahaha.
Mesmo assim, valeu a leitura. Gosto de livros bobos pra me divertir, sem ter que pensar muito ao ler.