Tenho algumas regras na minha vida: não ir pra praia sem protetor solar, não usar tênis em dia muito quente, não comer frango ensopado e nunca nunca nunca assistir ou ler alguma história que tenha animais no meio porque são sempre tristes. Essa regrinha dos cachorros tenho desde criança e levo super a sério.
Só que quando a Prix começou a me falar sobre A arte de correr na chuva, que era muito lindo e legal, fiquei querendo ler. Aí comprei pra dar pra Aninha no amigo-secreto do PF, mas não coube na caixa. Então o que eu fiz? Fiquei com o livro e li. Grande burrada!
O livro é todo contado por Enzo, um cachorro que está para morrer e narra a história da sua família. Logo no primeiro capítulo tive que parar de ler porque estava chorando demais e tava pagando um super mico no ônibus. Isso já devia ter servido de aviso pra mim, mas não. Pra quê, né? Na volta pra casa continuei a ler o livro e mais uma vez tive que parar de ler porque tava chorando muito. hahaha.
Li o livro bem rapidinho e choreeeei, choreeeei, chorei. Foi tenso, viu? Acho que foi o livro que mais me fez chorar na vida (e olha que o último do Harry Potter me fez chorar muito). A história é bonitinha, conta toda a tragetória (hiper triste) de uma família e tem final meiqui feliz (pô, o cachorro morre, né?). Mas é divertido, recomendo pra quem gosta de histórias com cachorros.
Há um vídeo que mostra algumas partes do livro, feito pela própria editora (os famosos book trailers, que viraram mania agora). Talvez isso queira dizer que o livro anda fazendo tanto sucesso que vai seguir os passos de Marley & Eu (livro que não li – nem pretendo ler – e que fez sucesso quando foi pras telonas – e que só assisti porque passou durante uma aula de spining na academia) e virar filme. Se isso for realmente rolar, vou fugir do filme porque tô cansada de chorar por essa hstória. hahaha. X)
Resolvi me juntar à t-o-d-o m-u-n-d-o que anda postando sobre o manifesto que vai rolar nessa quarta-feira porque acho muito válido.
No dia do encontro de blogueiras na Paulista nós fomos até uma feirinha de adoção de animais e um dos responsáveis pela feira nos falou que todos os animais que estavam ali tinham sido retirados da carrocinha, já que os que ainda estão pelas ruas tem mais chances de serem adotados e os que estão na carrocinha provavelmente iriam morrer ali.
Exatamente por isso quando a Ana mandou e-mail falando sobre o manifesto que vai rolar amanhã, achei a ideia super interessante.

A Prefeitura de São Paulo mata 95% dos cães que recolhe das ruas e na maioria das vezes não dá o devido cuidado aos que estão com algum tipo de doença. Péssimo, né?
Pra saber mais, é só acessar o site.
Jessica Florence tem 18 e é a dona de Bug, uma ratinha de 3 anos. Jessica aproveita os momentos em que Bug descansa ou faz alguma travessura pra tirar fotos. Assim conseguiu fazer um book lindo do bichinho, faz dinheiro com isso e até já saiu em matérias no The Sun e no Daily Mail.

Eu que já tive dois hamsters me apaixonei logo que vi uma foto no we♥it. Aí o Ruffles me passou o flickr da menina e desde então só consigo fazer vários oooowwwnnnnns seguidos. Coisa mais linda!

Comofas pra ter um desse?
Mais fofura no flickr da Jessica.