Tinha bastante curiosidade sobre essa série, mas ia ficar para o ano que vem. Até que veio a Ká e salvou a pátria me emprestando todos os livros lançados até agora. \o/
Feios se passa em um futuro onde nossa civilização como conhecemos já não existe mais. Por culpa das diferenças que a aparência causava, o abuso dos recursos naturais e o modo de vida nada sustentável que temos agora, a civilização foi totalmente reformulada e agora é muito mais tranquila: ao nascer, você aprende que será feio (ou seja: vai ter uma aparência normal, com defeitos que todo mundo tem) até os 16 anos. Aí passa por uma operação e se torna perfeito (totalmente lindo por fora, com uma personalidade calma e centrada). Os “feios” vivem separados dos perfeitos, que moram em Nova Perfeição.
Tally está contando os dias para completar 16 anos e se juntar à Perry, seu super amigo, em Nova Perfeição. Enquanto amarga dias de solidão, acaba conhecendo Shay, uma menina que não tem lá muita vontade de se tornar perfeita, mas que também está prestes à se tornar perfeita. Shay conta sobre uma “tribo” de pessoas que fogem para não se tornar perfeitas e foge para lá. Tally fica, já que a vontade de ser perfeita é maior do que a vontade de ficar perto da amiga. Aí aparece o grande problema: no dia de sua operação, a questionam sobre Shay e resolvem não fazer sua operação enquanto a menina não aparecer. Tally vai atrás da amiga e aí não vou falar mais nada. Hahahah.
Achei a ambientação da história bem boa, mas os personagens são fracos. Tally é uma chatonilda, Shay é do tipo juventude Che Guevara que dá nos nervos… Demorei mais de semana para terminar o livro porque ficava com raiva da bobeira toda da Tally e parava. Ainda não comecei a ler o próximo volume por isso, estou tirando um tempo para refrescar a cabeça antes de “enfrentar” a Tally de novo. Mas a curiosidade tá grande, então essa semana ainda devo pegar o livro para ler.
Pedi o livro no Trocando Livros por pura curiosidade. Um livro infanto-juvenil sobre uma adolescente, escrito por um homem tinha potencial, né?
O livro conta a história de Joana Dalva (sim, é uma brincadeira engraçadinha com Joana D’arc), uma menina de 13 anos que ainda não menstruou, quer ser escritora e mora com pai, mãe, avó e irmão mais novo. Os pais estão quase se separando, a avó vive na cama desde que teve um derrame e o irmão é um pentelho. Ela tem uma melhor amiga, é apaixonada pelo menino mais disputado do colégio e, claro, odeia a gostosona/cabeça-oca que atrai todas as atenções dos meninos. Até que ela descobre que tudo o que escreve vira realidade e faz algumas “adaptações” por conta própria.
Joana é uma daquelas meninas sabe-tudo: sabe escrever melhor que os colegas, analisa a postura da mãe no relacionamento com o pai, se acha mais entendida que as amigas… e me deu preguiça. Ela é engraçadinha e sagaz em alguns momentos mas, no geral, achei chatinha.
Talvez o livro seja infantil demais pra mim (oi? é pra meninas adolescentes e eu tô aqui com mais de 1/4 de século, né?), mas achei chatinho. Tiradinhas bobas, história mega previsível e algumas falhas que denunciam que foi um homem que escreveu (como uma mulher iria estar no salão depilando a virilha, com a janela meio aberta? IMPOSSÍVEL!).
Outra coisa que me desagradou: a sensação ao ler o livro. Não gosto só de ler, gosto de toda a experiência de ler um livro: ver a diagramação, a capa, sentir o papel nas mãos. E aí acheio o maior problema do livro. Achei a driagramação interna beeeem feinha, a letra é meio grande demais e a entrelinha pequena. Além disso, e o papel escolhido (um couche mais grossinho), dá a sensação de estar lendo uma revista ou um grande folheto. :/
Cyd Charisse é uma adolescente que foi expulsa do internato onde estudava depois de ter sido pega dando uns malhos com o ex-namorado, em uma sala cheia de garrafas de bebida e caixas de remédio tarja preta. Agora mora com a mãe, o padrasto e dois meio-irmãos, mas a relação com a família é terrível.
Por causa de uma acidente (foi pega roubando em uma loja), tem que prestar serviço comunitário em um asilo, onde conhece Pão-Doce (uma senhorinha super querida) e Siri, um menino de sua idade, surfista e mais baixo que ela, que vira seu namorado.
Achei fofo Cyd sonhar em criar e viver em uma comunidade afastada, cada hora de um jeito. Uma comunidade hippie, uma comunidade só com coisas feitas de mel.. ela vai mudando a fantasia de como essa comunidade seria ao longo do livro.
Enfim, Cyd é uma menina que já transou com alguns meninos, já fez aborto, já usou drogas e já se meteu em muitas encrencas, mas agora tem que se ajustar à vida em família e ao fato de ter o namorado dos sonhos.
Claro que ela continua se metendo em confusão e vai passar um tempo com seu pai biológico, Frank. Lá conhece um pouco mais o pai e os meio-irmãos, com quem nunca tinha tido contato.
Ah! E por quê o livro chama Pão-de-mel? Esse é o nome da bonequinha que acompanha Cyd desde os 5 anos e com quem ela conversa e interage o tempo todo.
Adorei a personagem, toda rebelde wannabe, mas super ingênua. Tô doida pra ler a sequência, Siri.
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Toda semana vou às Americanas comprar meu estoque de guloseimas para deixar no trabalho. Normalmente vou acompanhada e acabo nem olhando mais nada, mas semana passada fui sozinha e não resisti à uma olhadela na sessão de livros. Foi aí que vi esse livro em promoção e fiquei curiosa, já que andam falando tanto sobre a Vampire Diaries, série inspirada nessa série de livros. Já ouviu falar em compra por impulso? Foi isso o que aconteceu.
Esse é o primeiro livro que conta a história de Stephan (um vampiro adolescente que se muda para uma cidadezinha onde vai fazer o Ensino Médio), de Damon (seu irmão vampiro malvado que quer vingança por causa de um menina que morreu há séculas atrás) e de Elena (a loirinha rainha do colégio, linda e que não sabe ouvir não).
Claro que Elena é hiper parecida com a menina que Stephan e Damon amaram no passado. Claro que Elena se apaixona perdidamente por Stephan, mas tem uma quedinha por seu irmão. E claro que no meio disso tudo tem toda uma avalanche de sentimentos adolescentes. Claro que assassinatos acontecem na cidade, a partir do momento em que Stephan passa a morar lá.
O livro é rapidinho de ler, mas beeem previsível. Só de ler a sinopse você já saca toda a história e ele só começa a ficar um pouco mais empolgante no final. Sinceramente, não deu vontade de ler a continuação e também perdi a curiosidade pela série.
Confesso que não teve como não comparar o livro com Crepúsculo, mas quando olhei a data da primeira edição (foi lançado em 1991 lá fora), percebi tudo: a Sra. Stephenie Meyer muito que leu a série antes de escrever a sua. E copiou boa parte das sacadinhas. E fez um galã super inspirado no Stephan. Taí mais um motivo pra eu achar a Stephenie Meyer uma escritora bem meia boca.
Enfim, como eu já disse aqui antes: vampiro bom é o Lestat.
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PS: A promo do Olhe outra vez vai até a meia noite de hoje, hein! Quero ver todo mundo participando!
Antes queria dizer muito obrigada por todos os desejos bons no último post. Obrigada mesmo. :****
Já falei por aqui sobre as músicas que acompanharam minha infância e adolescência e agora resolvi falar dos programas de televisão que eu não perdia de jeito nenhum. Só vou fazer a partir da década de 90 porque nos anos 90 eu só assistia Xou da Xuxa, Mara Maravilha e desenhos (que também merecem um Top 5 só deles).
Antes que alguém reclame de Confissões de Adolescente ou Mundo da Lua, já aviso que os programas exibidos pela TV Cultura vão ter um Top 5 só pra eles.

Se eu fosse fazer um Top 5 dos anos 2000, sinceramente não sei o que colocaria, provavelmente só séries.