Já falei milhares de vezes por aqui, então acho que todo mundo já sabe o quão fã de Elvis Presley eu sou. Ele é, com certeza, meu músico favorito e um ídolo desde quando eu era criança. Meu pai sempre ouviu muito Elvis, então pra mim as músicas dele sempre lembram minha infância e meu pai. Tem um monte de gente que gosta de Beatles porque aprendeu a gostar com seus pais e pra mim o Elvis é exatamente assim.
Fiquei maluca quando soube que São Paulo abrigaria a primeira exposição de objetos do rei fora de Graceland e tava contando os dia para ir visitar. Esperei para ir com meu pai, mas a surpresa: ele não quis ir, achou besteira pagar para ver roupas e objetos que foram do Elvis porque o que ele gosta mesmo é “da música, não do homem”. Hahaha. O jeito foi ir sozinha. Sabia que ia aproveitar mais se fosse com alguém que conhece tão bem a história do Elvis quanto eu (tipo meu pai) ou sozinha, então aproveitei que o namorado tinha que trabalhar e parti pro Shopping Eldorado em uma ensolarada manhã de sábado.
Comprei ingressos para a primeira “sessão”, às 10h. Cheguei exatamente nesse horário e a surpresa: uma fila enoooorme para entrar. Pelo que entendi só existe essa separação de horários para organizar melhor o público, você ter ingresso para as 10h não quer dizer que vai entrar na exposição exatamente nesse horário. Fiquei pouco mais de 1h na fila. No sol, morrendo de calor, sozinha e me divertindo com a quantidade de senhorzinhos e senhorinhas super fãs de Elvis na fila, contando suas histórias. Aqui fica minha primeira dica: chegue com pelo menos 30 minutos de antecedência ao horário que está marcado no seu ingresso e passe protetor solar para ficar na fila (eu não passei e voltei com uma linda marca de camiseta para casa).
Logo ao entrar você assiste à um filminho de 3 minutos que é quase como um resumo da vida dele. Fotos de família, imagens de divulgação… aí tenho que confessar que meu lado fã maluca falou mais alto e fiquei com os olhos cheios d’água. Na verdade, foram vários os momentos em que isso aconteceu. Durante toda a exposição me arrepiei e emocionei ao ver de perto coisas que imagina que demoraria anos para ver quando fosse visitar Graceland (porque sim, farei isso um dia). Uma das coisas que gostei bastante foi a reprodução do escritório do Coronel Parker. Mesa, cadeira, vários ítens que contam a história da parceria dele com seu pupilo… muito legal MESMO. Não imaginava que veria algo do Coronel e fiquei feliz por ver.
A parte sobre a ida do Elvis para o exército também é beeeem legal. Uniformes, capacetes e quepes, malas usadas.. está tudo por lá. A peça que mais me chamou a atenção foi essa carta aí em cima. Durante o tempo que ficou por lá, Elvis recebia muitas cartas de fã. Para passar o tempo, ele respondia algumas. Essa é uma delas, a coisa mais fofa do mundo.
Uma sala com todos os pôsteres dos filmes de Elvis. Olha, isso realmente dá uma sala cheia. Uma sala enorme com carros, motos, televisão, caixa de correio, jóias e… cartões de créditos dele. <3
A parte das roupas e macacões feitos sob encomenda para ele é muito legal. Não vou colocar nenhuma foto porque nenhuma vai mostrar realmente a maravilha que aquilo é. Os bordados são muito ricos, super bem feitos e trabalhados. Uma coisa totalmente performática mesmo, não tinha como não virar uma marca registrada dos shows em Las Vegas.
A exposição termina com, óbvio, uma sala toda dedicada à morte dele e às notícias veiciuladas na época. Tem a capa da Rolling Stone especial, jornais de vários locais do mundo e até o livro de assinatura do velório (aberto na página em que Priscilla assinou). Alguns ítens que foram vendidos através dos anos com o nome e a imagem do rei também estão expostas. Tem de tudo: carteira, busto, histórias em quadrinho, fotos autografadas… tudo o que toda adolescente gosta.
Como fui sozinha e não levei câmera digital, não consegui registrar muito bem três instalações que adorei: o telão gigante que fica passando um dos shows mais famosos do Elvis na TV, o portal de saída (de novo um telão com show passando) e a sala de assinatura de fãs (que quando fui já estava quase toda tomada de declarações). São três instalações mais “interativas” e bem legais.
A lojinha da exposição vende somente produtos licenciados (é claro) e super faturados (é claro, de novo). Há anos namoro alguns ítens na lojinha virtual oficial (faço meio que uma wishlist para o dia em que for visitar Graceland, sabe?) e quando vi os preços praticados por aqui desisti de comprar qualquer coisa. Só que claro que quando entrei e vi todo tipo de coisa com a assinatura e/ou imagem do Elvis fiquei meio amalucada. Resisti bravamente e só trouxe comigo um chaveiro lindo do primeiro disco de ouro da carreira dele. Foi caro, mas é lindo e tô nem aí. :p
Uma dica boa a ser dada: na entrada, o pessoal do staff vai te perguntar se você quer fazer o cadastro no Facebook para receber notícias da exposição. Eu já estava cansada de tanta espera e falei não. Depois me arrependi. Quem faz o cadastro recebe um crachá com código de barras e pode dar like no facebook nas salas mais legais da exposição. Cada sala tem um leitor na entrada, é só passar o código de barras do crachá por lá e pronto, like dado. Se tivessem me explicado isso direito na entrada eu teria feito. :/
Os ingressos estão à venda aqui. Achei que falta muita informação para os visitantes quanto à compra de ingressos, então vou dar minhas dicas: moradores do estado de SP pagam meia entrada, em dias úteis (até às 17h) os ingressos são mais baratos e os ingressos também são vendidos no local da exposição (só precisa torcer para ainda ter ingressos para o horário que você quer).
A exposição vai até dia 05/11/2012. Se alguém foi ou for, volta aqui e me conta o que achou.
Ai ai. Brandon pra animar minha tarde. Não preciso de mais nada por hoje. <3
Não consegui colocar o vídeo do show de jeito nenhum, então dá pra assistir clicando aqui.
E sim, esse é aquele show que avisei aqui que ia rolar.
Sou super fã de Killers, a banda entra facilmente no meu top 5 de bandas favoritas da vida. Sendo assim, sempre fico doida até algum disco novo deles sair. Tava contando os dias para ouvir Battle Born até o disco vazar na semana passada (oops!) e fiquei maluca quando anunciaram que hoje seria transmitido ao vivo pelo canal deles no Youtube um show comemorativo pelo lançamendo do novo cd. O show rola hoje, às 20h e ó: vale a pena. Já assisti dois shows deles ao vivo e eles também estão no meu top 5 de shows da vida. Então corre assistir!
Enquanto a hora do show não chega dá pra ir matando a vontade de ver o lindo Brandon Flowers nesse mini documentário sobre a banda que foi lançado hoje também:
Sinceramente, achei que o meu período pós operatório seria muito mais tranquilo. Achei que só não conseguiria andar, não teria muita dor e poderia ficar o tempo que quisesse no computador. Acabou que senti uma dor considerável e, por conta dos remédios, fiquei um bom tempo sem conseguir me concentrar direito (tanto que não consegui ler nenhum livro inteiro nos 15 dias que passei em casa). Só agora, 3 semanas depois da operação, tô voltando ao normal. Agora já consigo ficar mais tempo no computador sem ter dor (no pé, nas costas por causa da posição, na perna inteira, etc, etc). E só agora vou voltar a postar normalmente. Tô cheia de ideia aqui, mas quis começar por um post que devia ter saído pouco antes da operação e não deu.
No finalzinho de março a Bellatrix lançou seu primeiro clipe e eu pirei. A música é ótima, um popzão bem pra cima e dançante. O clipe tá lindo (Bia tá gaaaaaata!) e queria contar pra todo mundo sobre a banda. Acabei me enrolando, não deu e agora a banda já lançou mais um vídeo, dessa vez o lyrics video de Love Train (que também vale muito a pena ser assistido!).
Então vai lá, ouve e vira fã também:
[youtube width="650" height="526"]http://www.youtube.com/watch?v=qNS7X0hsuMA[/youtube]
[youtube width="650" height="526"]http://www.youtube.com/watch?v=q7i4_jT_hUk[/youtube]
Bom, né? Se você quiser conhecer e ouvir mais, é só ir até o MySpace da Bellatrix.
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PS: O sorteio daquele brinco lindo da Matka só vai até terça, hein? Se você ainda não tá participando, corre lá!
Já falei por aqui que Raul Seixas é uma das melhores coisas no rock nacional, pra mim. Exatamente por isso estava doida para assistir o documentário Raul – o início, o meio e o fim desde que ouvir dizer que estava sendo produzido. Um documentário com entrevistas de amigos, fãs, jornalistas e todo o tipo de gente que conviveu com o Maluco Beleza. Cenas de shows, a vida em casa… tudo isso me deixou bem curiosa e doida para correr ao cinema.
Ontem consegui um tempinho e fui assistir. O documentário é bem completo, mostra desde a época em que Raul descobriu Elvis (ah, sempre o rei) e resolveu virar uma estrela. Queria ir para Hollywood, ser famoso, aparecer no cinema. Abriu fã clube, começou sua própria banda… e foi isso o que definiu sua vida. Saiu da Bahia para trabalhar como produtor musical no Rio, casou, descasou, juntou, desjuntou, teve filhas… e no meio disso tudo conheceu Paulo Coelho e começou a parceria mais famosa (mas não a mais frutífera) que teve. Conheceu a drogas, mas não largou o alcóol que desde o começo da adolescência já tomava. Saiu do país, voltou, fez muito sucesso e ficou esquecido sem pisar em um palco por 4 anos. Se afundou nas drogas e na bebida, passou a ter problemas de saúde. Conheceu Marcelo Nova e fez com ele seu último disco e sua última turnê. Morreu sozinho, deitado na cama, de pijama.
Saí ainda mais apaixonada por Raul e por sua obra. Me emocionei em muitos momentos, quis cantar junto todas as músicas. Raul foi isso: uma dessas forças que aparecem aqui na Terra às vezes e deixam um legado difícil de esquecer. A parte mais triste foi constatar que ele, por muito pouco, não morreu totalmente esquecido pela mídia. Estava acabado e viciado, mas não sem talento. Acabou virando uma lenda com um quê de chacota, com fama de ídolo hippie dos tiozões motoqueiros.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=IiRQjiZ7vNw[/youtube]
Um conselho? Assista ao documentário, mesmo que você não seja fã. Vai ser bom para você perceber que Raul foi muito maior do que essa lenda piadista, foi o berço de boa parte do rock nacional.
Lembra da filha da Lília Cabral em A Favorita? Aquela que era meio revoltadinha com o pai e acabou engravidando? Ela sumiu, né? Pois é.
Há um tempinho ouvi uma música com um vocal feminino calminho e uma letra bem engraçada. Fui procurar de quem era e ta-da: dei de cara com a filha grávida da LíLia Cabral.
O nome da moça é Clarice Falcão e pesquisando nesse Google de Deus descobri que, além de atriz, ela foi responsável pela música de um filme que eu adoro (o Apenas o Fim, se você não assistiu corre porque é bem legal. Sempre passa no Canal Brasil) e é compositora e cantora. Descobri também que ela tem um canal no Youtube e lá você pode ouvir e vê-la cantando. Ela tem uma voz bem gostosa e é super afinada. E o melhor de tudo: tem muito humor.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=yKV2WdyyCQw[/youtube]
As letras são amalucadas e cheias de humor negro (em uma ela chega a descrever como vai se jogar do oitavo andar bem quando o menino estiver chegando em casa pra cair em cima dele e ficar de conchinha com ele no meio fio). Coisa bem de mulher doida-louca de amor, mas eu morro de rir. Me divirto horrores ouvindo. Tem sido minha trilha sonora nos dias que preciso dar uma risada a mais.