Faz teeempo q não rola Eu recomendo por aqui, né? E demorei séculos pra me tocar que eu estava com a faca e o queijo na mão pra fazer um sobre Melissas! X)
Então convoquei minhas amigas de Plastic Fantastic e todas toparam dizer qual é o sapato de plástico que cada uma não vive sem:

PS: Essa semana a gente tá fazendo várias promoções para distribuir exemplares da nova Plastic Dreams lá no Plastic Fantastic. Passa lá e participa!
Demorei um monte pra falar de filmes por aqui, né? Convidei as blogueiras queridas e tem muita indicação boa, vale muito a pena conferir:

Dessa vez fiquei curiosa pra saber quais músicas o pessoal tava usando no celular e quais dicas podiam dar… o resultado, óbvio, foi que blogueiras super diferentes tem toques de estilos beeem diferentes também, né?

Uma das coisas que ajuda muito a gente gostar de um filme ou não é a trilha sonora. Talvez por isso todo mundo tem aquela trilha que adora e recomenda.

Olha a preferida das meninas, com direito à negrito nas músicas favoritas:
Dessa vez os escolhidos são os esmaltes. Claro que pra isso não tem gente mais certa do que as ninës queridas do Mão Feita. As indicações tão ótimas, olha só:

Apesar de amar um azul e uma cor fantasia bem diferente, meu esmalte favorito de todo sempre é o estigmado preto, que muitas meninas evitam por ser o escolhido de diversas tribos. È meio chato ficar se explicando (não sou gótica, não sou punk, não sou emo, não sou vamp, não sou nada disso), mas o meu pretinho básico é o pretinho básico.
Sempre tive muita dificuldade de encontrar esmalte dessa cor. Costumava pedir ajuda aos amigos para que se eles vissem, comprassem para mim e já experimentei de diversas marcas.
Por conta dessa dificuldade, ter um pretinho favorito é um luxo. Hoje em dia as marcas de esmalte nacionais estão com a mente mais aberta e conseguimos encontrar tons que você nem imaginava e já é mais fácil encontrar o pretinho. E qualquer pretinho é pretinho na unha, não há muito esse trabalho de acertar no tom (apesar de alguns ainda ficarem meio acinzentado na unha). Mas ainda é difícil acertarem na textura. O preto que uso atualmente é o da Êxtase. Parece nanquim, é bem líquido e tem a cor bem concentrada, não dá bolinha, não fica fosco, seca rápido e é relativamente fácil de encontrar.
E uma dica, o preto fica lindo em unhas curtas.
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De uns tempos para cá tenho usado bastante rosa. Por conta disso, escolho o Malícia, da Risqué como meu predileto. Ele é um rosa ‘elegante’ porque é meio puxado para o coral, então não fica muito Barbie Girl (se bem que eu gosto também, e indico o Sexy, da Colorama). Sempre passei esse esmalte na manicure, mas como ando me aventurando como manicure caseira fui passá-lo ontem sozinha e tive que refazer porque o Ultra Brilho (Risqué) o manchou.
Também ficaram umas bolinhas, mas creio que foi por causa da temperatura e por ele ser meio velho. Bom, tirando isso é uma cor lindíssima.
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Eu sou amante dos pretos, dos vinhos e vermelhos mais fechados. Sempre que invento de fugir dessas cores, estranho minhas mãos e acabo querendo limpar as unhas já no dia seguinte. Além disso, frequento um ambiente de trabalho meio sisudão, que não combina com um laranja, um verde ou nada muito inusitado. Por isso, escolhi falar pras leitoras que preferem as cores mais clássicas nas unhas. Sempre é bom ter um vidrinho com aquela cor coringa, que fica bem em qualquer ambiente ou combine com qualquer roupa. Para essas, indico o Vinho Reserva, da Colorama. Clássico, chique, elegante, o Vinho Reserva é um vinho rosado, quase um flerte entre o vermelho e o pink. Ora mais escuro, ora mais aberto, a cor varia de acordo com a intensidade da luz de um jeito bem interessante.
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Marie

meu escolhido é o Azulejo Português, da coleção primavera-verão da Risqué. Essa cor foi desenvolvida pelo estilista Reinaldo Lourenço em parceria com a marca, para uma das edições do SPFW. É um azul escuro cor de caneta bic, e com uma micro pitada de pigmento arroxeado – nas fotos não dá pra ver, mas ele fica um tantinho roxo na luz forte. É um esmalte bem fluído que requer paciência na hora de passar, mas fica LINDO e super elegante – estou apaixonada por ele. uma alternativa da Colorama (que ao contrário da risqué, não usa formaldeído nas fórmulas – dica pras alérgicas) é o Marinho, da linha verniz&cor – ele é mais escuro e fechado, com um leve brilho metálico, mas igualmente bonito e elegante – recomendo ambos.
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Meu favorito é o Shock (da Risqué)+ esmalte japa. Aaaaamo vermelhos, tipos MUITO MESMO, e essa é a cor mais leeenda que eu já usei. os esmaltes da Risqué são ótimos, duram bastante nas minhas unhas. Já esses esmaltes japoneses fazem com que a cor fique mais ‘viva’, por isso sempre passo por cima. ou seja, uso os da Risqué como base. E né, vermelhão fica phyno em qlqr ocasião
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O esmalte que eu indico é o Miami (75), da Mavala. Ele é um rosa claro que eu acho lindo, combina completamente com o verão e o calor. Acho que o nome já é proposital, heheh.
Tô com ele há uma semana e ele só descasca se eu morder a unha, porque por vontade própria isso nunca acontece, mas ele desbota com o dia-a-dia, só que não fica feio, só mais claro. Na foto são umas três camadas, com uma camada ele quase não aparece, duas fica lindo e três ele fica um pouco mais escuro. Se você passar um ultra-brilho por cima fica melhor ainda, dura por mais uma semana.
Era isso![]()
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Chamo essa cor de Blue Satin Genérico porque a intenção da combinação de esmaltes é reproduzir o esmalte da Chanel que virou febre das fashionistas no ano passado. Consegui essa cor passando duas camadas de Marinho, da Colorama + uma camada de Lílian, da Impala. Acho tão lindo, me lembra o céu à noite. Virou o meu preferido por ser um preto que se revela com a luz.
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Eu

Já falei por aqui que sou alérgica à maquiagem E esmaltes, né? A de esmaltes é meio doida e vai e volta sempre… por enquanto ela só se manifestou uma vez esse ano, então tô fingindo que ela não existe.
Como boa geminiana sempre mudo de opinião, mas no último mês meu esmalte favorito é esse aí, o Rosa Astral da Avon (na foto com uma camada de Glitter da Impala pra esconder as bolhas, já que eu ando economizando e fazendo minhas unhas em casa mesmo). É um rosa bem quente, lindo!
Comprei esmalte da Avon por indicação da manicure que disse que essa é a marca que menos dá alergia nas clientes dela. Pra mim não deu nada e adorei o esmalte, durou mais de uma semana (a foto foi tirada com uma semana de uso).
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Queria agradecer mais uma vez às meninas do Mão Feita que deram idéias, se preocuparam com o conteúdo do post e foram queridíssimas comigo. Thanks, ninës.
Hoje é dia de começar uma série de posts que espero que virem tradição aqui no Futricô, a “Eu recomendo“. Como o nome já diz, em cada um desses posts algumas blogueiras vão recomendar alguma coisa que elas realmente gostam, de acordo com o tema.
Para começar escolhi um tema que adoro e que nunca é demais ter recomendações: livros! Cada uma das blogueiras abaixo escolheu um livro, mandou foto, resenha e opinião. As indicações são hiper bacanas, olha só:
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Dani – A roupa do dia e Cem Dólares
A história do amor – Nicole Krauss
Sinopse: Um jovem judeu polonês escreve um livro sobre o amor e a existência, mas é obrigado a deixá-lo para trás, junto com a paixão que o inspirou, quando a Polônia é tomada pelos nazistas. Décadas depois, o livro reaparece para unir personagens muito diferentes – Leo Gursky, um imigrante em Nova York; Litvinoff, um professor no Chile; Alma Singer, a filha de uma tradutora literária; Isaac Moritz, escritor americano.
Opinião: Eu conheci a Nicole Krauss de um jeito inusitado: lendo os livros do marido dela. Fiquei tão apaixonada pela obra do Jonathan Safran Foer, autor de “Tudo Se Ilumina” e “Extremamente Alto, Incrivelmente Perto”, que quis continuar dentro do mundo criado por ele e o livro da esposa parecia uma extensão disso. “A História do Amor” é um livro dentro do livro e é ele quem liga a vida dos quatro personagens que narram a trama. Leo Gursky é um solitário imigrante morando em Nova York, já idoso. Alma Singer é uma garota descobrindo o amor, filha de uma tradutora que ainda não superou a morte do marido. Já a trajetória do escritor Zvi Litvinoff e seus últimos anos de vida no Chile é narrada em terceira pessoa. E também conhecemos outro escritor de prestígio, o americano Isaac Moritz. “A História do Amor” foi escrito por um jovem judeu polonês durante a Segunda Guerra. O manuscrito é deixado para trás com a invasão alemã mas, anos depois, sua existência ainda afeta aqueles que entram em contato com a história. É um relato delicado sobre memória, ritos de passagem, o passar dos anos e o destino que nos afasta daqueles que amamos. Quando as “peças” começam a se encaixar e cada relação entre os personagens se esclarece, o livro ganha uma força emocionante. A narrativa pode estranhar no início – afinal, cada capítulo é escrito de um jeito, com as particularidades de linguagem de cada personagem – mas vale a pena continuar a leitura. E os trechos do livro dentro do livro são maravilhosos, de uma poesia imensa. É um livro apaixonante.
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Dani – Sinopse.org
As cinco pessoas que você encontra no céu – Mitch Albom
Sinopse: Eddie é um veterano de guerra de cabelos grisalhos, prisioneiro de uma vida inexpressiva de mecânico de brinquedos em um parque de diversões à beira-mar.
Assim como o parque passou por transformações ao longo dos anos, a vida de Eddie também mudou. Seus dias são feitos de uma monótona rotina de trabalho, solidão e arrependimento.
Até que, no seu aniversário de 83 anos, Eddie morre num acidente trágico, tentando salvar uma menina de um carro que despenca da torre. Em seu suspiro final, ele sente duas mãozinhas nas suas – e nada mais.
Acorda já na outra vida, onde aprende que o céu não é um Jardim das Delícias, mas um lugar onde nossa vida na Terra é explicada por cinco pessoas que dela fizeram parte.
Opinião: O livro é muito bom e triste. Mas eu adorei, já li duas vezes e assim que der vou ler novamente. Eu nunca fui religiosa, discordo de várias coisas de várias religiões e concordo com algumas outras. E eu acredito que exista uma vida após após a nossa morte, uma vida muito melhor, não sei dizer como, mas acredito nisso. E nesse livro como as coisas são contadas é bem interessante, nos faz pensar muito sobre tudo da vida. Como em uma parte que ele conhece uma pessoa que na vida dele na Terra ele nunca conheceu, mas que por causa dele a vida da pessoa mudou só porque se esbarraram uma vez. É muito legal e vale a pena conferir. E tem outro livro do mesmo autor que chama A última grande lição – O sentido da vida que é muito bom também.
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O Tigre Branco – Aravind Adiga
Sinopse: O livro é uma carta ao primeiro ministro da China escrita por várias noites e dias por um indiano, Balram, que quer ser diferente do pai e da família. De uma casta de doceiros que há tempos não exercia a profissão, filho de um puxador de riquixá, tinha como destino ser limpador de mesas de uma casa da chá de sua cidade natal, um vilarejo na Escuridão – como ele se refere ao lado pobre da Índia banhado pelo Rio Ganges. Mas ele sabia que não era como os outros desde a infância, e galgando seu espaço conseguiu um emprego como motorista particular em Délhi, na Luz – o lado rico banhado pelo mar – e deu uma reviravolta completa em sua vida.
Opinião: O que eu mais gostei no livro foi o desapego daquela Índia mística, de novela, dos milhares de deuses, cores, castas imóveis e comidas apimentadas. Mostra um país pior que o Brasil, cheio de corrupção e muita pobreza aparentemente irreversível, e como alguém obstinado a melhorar de vida consegue o objetivo – mesmo que seja pelos piores caminhos. Ganhei o livro de presente da minha chefinha (que sabe que eu adoro esses realismos de sociedades muito diferentes da nossa), e ele já me ganhou por duas frases da contracapa: “Por que será que ele [meu pai] me criou para viver feito um bicho? Por que será que todos os pobres vivem desse jeito, na sujeira e na feiúra?” É um livro intenso, sobre uma realidade bem diferente, mas mesmo assim bem semelhante da nossa. Adorei.
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Karina – A vida é cheia de som e fúria
Outsiders – S.E. Hinton
Sinopse: No mundo de Ponyboy existem dois tipos de pessoas: os ricos que sempre se dão bem e os que não são tão sortudos. Ponyboy pode contar com algumas coisas – seus irmãos mais velhos, seus amigos e problemas com os garotos ricos e sortudos, cujo passatempo favorito é bater nos não tão sortudos assim.
Opinião: “Quando saí do escuro do cinema para a claridade do dia, eu só tinha duas coisas na cabeça: Paul Newman e descolar uma carona pra casa.”
Depois de ler essa frase eu fiquei presa. Não consegui largar do livro enquanto não soube como terminava a história. Foi amor a primeira vista. Desde a primeira vez que li o livro, com 11 anos até hoje, já li e reli a história tantas vezes que sei muitos pedaços de cor. Gosto tanto do livro que tenho dois.
Nunca cansei de imaginar os meninos vestidos de jaquetas de couro, usando correntes, com o cabelo cheio de brilhantina enfrentando batalhas nos terrenos baldios tendo que crescer de repente, cuidando uns dos outros, enfrentando o que aparecesse.
O que há princípio parece ser uma trama sobre o conflito entre duas gangues de adolescentes: os Socs, ou Socials, e os Greasers, na verdade é um retrato do universo da violência, da revolta e da falta de esperança da juventude americana nos anos 60.
O livro foi escrito há mais de 40 anos, quando a autora tinha só 17 anos. Ela inaugurou uma nova fase: a dos livros escritos sobre adolescentes para adolescentes. Na época, tudo que era feito para jovens tinha que ser “filtrado” antes por adultos, o que deixava a coisa num tom meio fake, meio datada, como “Amor Sublime Amor” e “Juventude Transviada”.
Pra mim, esse livro não envelheceu apesar das 4 décadas de uso. Eu continuo lendo e me sentindo com 14 anos, sentada na escada junto com Ponyboy, olhando o pôr do sol.
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Lecticia – Minimundo
Melancia – Marian Keyes
Sinopse: Melancia conta a história de Claire, uma mulher comum de 29 anos que, ao dar a luz a sua primeira filha, recebe – ainda no hospital – a notícia de que seu marido a trocou pela vizinha e está saindo de casa. Com a auto-estima destruída, e sempre se comparando a uma melancia, devido ao peso ganho durante a gestação, Claire se muda para a casa dos pais e passa a conviver com suas duas irmãs, uma destruidora de corações e outra apaixonada pelo oculto, sua mãe viciada em novelas e o pai, que está a beira de um ataque de nervos. Em meio a fraldas, depressão e bebida, Claire começa a avaliar todo o seu casamento de três anos, que ela julgava perfeito. É nessa hora que seu ex-marido, James, reaparece. E agora, o que Claire deve fazer?
Opinião: Melacia é um livro divertido, que na maior parte das vezes a gente se identifica com a heroína da história – afinal, quem nunca teve um coração partido? Laitura rápida, boa pra dias de chuva. Só me incomodou um pouquinho do meio pro final do livro, que a Claire começa a pensar demais e agir de menos. Me deu uma impaciência básica. Mas, altamente recomendado. Livro de mulherzinha de primeira linha. =)
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Lú – Chata de Galocha
Fruits – Shoichi Aoki
Sinopse: Livro do fotógrafo Shoichi Aoki, que registra os melhores looks da região de Harajuku, em Tóquio, conhecida por sua enorme expressão fashion. O livro é uma coletânea dos fanzines do autor, que são publicados periodicamente, e apresenta fotos grandes e informações sobre a roupa dos trend setters japoneses.
Opinião: Nunca vi tanta gente maluca junto!! Adoooro Fruits, pois ele me ajudou a entender um pouco a cultura de moda do Japão, que foi tema do meu projeto de conclusão de curso na faculdade. Os japoneses não pensam em roupas como os ocidentais, e é realmente inspirador ver como pessoas podem ser tão diferentes e originais.
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Os filhos de Anansi – Neil Gaiman
Sinopse: O livro conta a história de Fat Charlie, um tímido americano que escolheu ter uma vida pacata e sem-graça como contador numa empresa londrina. Ao ir ao funeral de seu pai, Sr. Nancy, Fat Charlie ouve uma amiga do pai há anos, dizer que ele na verdade era o deus Anansi, uma divindade trapaceira e brincalhona da mitologia africana. A partir desse episódio, sua vida vira de cabeça para baixo. Tudo isso envolto num humor discreto capaz de fazer o leitor rir com uma única linha. A obra é a continuação do consagrado escritor Neil Gaiman para sua saga a respeito de deuses modernos.
Opinião: Eu realmente ri com uma linha e com várias! Já no início do livro, (Fat) Charlie recebe algumas “novidades” (sobre o pai e sobre o irmão), e a história se desenvolve à medida que ele corre atrás das respostas e soluções que precisa, entrelaçando vários personagens. A história mistura realidade e fantasia, e a leitura me prendeu durante todo o livro!
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A menina que roubava livros – Marcus Zusak
Sinopse: Não, não é um livro de uma menina doida que rouba livros por roubar. Não, não é uma garota qualquer que gosta de livros. O que é então? É uma narração onde o narrador é ela, a Morte, e quando a morte conta uma história, você deve parar para ler.
Calma, não é um livro de terror! Ou pode ser, não do genêro terror, mas de coisas que aterrorizam a gente.
A história se passa na Alemanha nazista, onde a personagem principal, Liesel Meminger, encontrou com a morte algumas vezes, e conseguiu enganá-la, sendo assim, a morte, começa por curiosidade observar e narrar a história da garota, como se fosse uma diversão, ou melhor, distração, porque a ação da morte é levar a alma das pessoas, e somente isso.
A história começa a ser narrada durante a ida a sua nova casa, um lar adotivo, pois sua mãe não tem condições de criá-la e muito menos ao seu irmão, no entanto, ele morre, sendo assim, ela rouba seu primeiro livro. Um livro de capa preta e letras douradas, quando um dos coveiros deixa cair durante o enterro do seu irmão, esse é seu primeiro encontro com a morte.
E daí a história segue, mostrando o outro lado da guerra, o lado da guerra visto pelos alemães, que são contra Hittler, como foi difícil para eles também, como ficou o relacionamento com os judeus, e o encontro mais interessante, o encontro de Liesel com o mundo das letras.
Opinião: Quando eu comprei, achei que era realmente uma história de uma roubadora de livros, amante de livros, como eu (calma eu não roubo…rs…), e não era. Era algo muito mais profundo, como conhecer a alma das pessoas.
A narradora da história (a Morte), nos faz pensar em cada momento e em cada último momento que temos (esse foi um ponto de vista). Mostrou também, como as crianças se tornam adultas no caso de uma guerra, e mesmo assim, tem seus medos… são apenas crianças.
É um livro que mexe com “todos” os nossos sentimentos, um livro que você vai da tristeza à alegria, à angústia ao alívio, e o medo da morte.
Pra mim foi o primeiro livro diferente sobre a Alemanha nazista, por que? Porque mostra a história da Alemanha nazista no ponto de vista diferente do que a gente vê, onde é o ponto de vista alemão da guerra, não os alemães que fazem a guerra, mas que estão vivendo e sofrendo com a guerra. Mostra que as atrocidades não eram cometidas só contra judeus, mas contra alemães também… triste.
Bom eu não sou muito boa contadora de livros, só sou boa leitora, mas é um livro recomendadíssimo. Mas se você não gosta de guerra, e de chorar com livros e tem um coração de pedra, sinto muito, ele não é indicado para você!
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Paula – Reticências.org
O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Adams
Sinopse: O livro conta a história de Arthur Dent, um típico inglês que, num dia que pode ser considerado tudo menos típico, descobre não só que Ford Prefect, um de seus melhores e únicos amigos, é um extra-terrestre, mas também que a Terra está prestes a ser destruída pelos Vogons para dar espaço a uma nova via intergaláctica. Com a ajuda de Ford, Arthur foge momentos antes da demolição do planeta, pegando carona clandestinamente em uma das espaçonaves Vogons. Outro personagem de destaque na trama é o robô Marvin, o robô maníaco-depressivo, cujo desprezo pela vida só não se compara à sua depressão crônica e ao tamanho de sua inteligência.
Assim começa a jornada de Arthur Dent e Ford Prefect pelo Universo em busca da Pergunta Fundamental da Vida, do Universo e Tudo Mais, sempre guiados por um fantástico livro de viagens: O Guia do Mochileiro das Galáxias.
Opinião: Um dos meus livros favoritos e que eu sempre indico é “O Guia do Mochileiro das Galáxias”. É um clássico do Douglas Adams, que apesar de ter sido escrito em 1978, continua super atual. Enquanto conta a história de Arthur Dent e seu amigo extraterrestre, o livro faz deboche da política, burocracia e de outras instituições (e aí vemos que as coisas continuam as mesmas de 20 anos atrás…)
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Eu!
Mate-me por favor – Legs McNail e Gillian McCain
Sinopse: A proposta deste livro é oferecer a história sem censura sobre os anos 70 e a Blank Generation. Narrando o nascimento do que hoje se chama punk, desde a Factory de Andy Warhol até Max’s Kansas City nos anos 60 e 70, chegando ao Reino Unido nos anos 80, os autores, Legs McNeil e Gillian McCain, apresentam a explosiva história do mais incompreendido fenômeno pop.
Opinião: Ler esse livro é o melhor jeito para entender o começo do punk e perceber toda a despretensão que os caras que começaram o “movimento” tinham. A narrativa do livro é toda diferente, com a história sendo contada através de frases soltas de quem viveu aqueles dias, que vão formando um texto gostoso e fácil de ler.
É muito interessante ver como quem conviveu com Andy Warhol, Toy Dolls, Ramones e muitos outros nomes importantes pra cultura de hoje se lembram deles.
Uma das minhas partes favoritas é a em que contam como foi o famoso caso Sid-Nancy e como tudo levou até o fim que os dois tiveram.
A leitura vale muito a pena, não só pra quem gosta de punk, mas pra todo mundo que gosta de música: pelo livro passam personagens como David Bowie, Eric Clapton e Vivienne Westwood e é aí que você percebe o quanto esse movimento afetou tudo o que veio depois.
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Dica: pra quem gosta de livros, o Skoob é um site bem interessante. Lá você faz o seu perfil e vai adicionando na sua estante todos os livros que já leu, assim seus amigos sabem o que você lê e podem te indicar coisas parecidas. O site é bem viciante e dá pra passar um bom tempo se divertindo por lá. Quem quiser, me adiciona.