Adoro ler, mas poema é uma coisa que nunca consegui gostar. Acho meio chatinho, não me empolga… sendo assim, o único poema que gosto é bem bobinho e de um filme que adoro:
I hate the way you talk to me
And the way you cut your hair
I hate the way you drive my car
I hate it when you stareI hate your big dumb combat boots
And the way you read my mind
I hate you so much that it makes me sick
It even makes me ryhmeI hate the way you’re always right
I hate it when you lie
I hate it when you make me laugh
Even worse when you make me cryI hate the way you’re not around
And the fact that you didn’t call
But mostly I hate the way I don’t hate you
Not even close, not even a little bit, not even at all.
É isso mesmo, o poeminha de 10 coisas que eu odeio em você. hehe
Ai ai, Heath. <3
Esse tá fácil.
Desde meus 8 anos de idade não mudo de filme favorito: Curtindo a Vida Adoidado e Ferris Bueller são donos do meu coração. <3
Por anos achei que meu namorado ideal teria que usar um colete de oncinha. hahaha. X)
A Camies leu e me falou que eu TINHA que ler esse livro. Super confio no gosto dela, então ele foi pra minha wishlist. Mas ela foi mais rápida e no Blogueria de páscoa, levou o livro pra me emprestar. Fiquei super feliz porque: 1 – finalmente tava conhecendo a Camies ao vivo e 2 – achei muito fofo o carinho dela em me emprestar o livro e dizer “trouxe porque você TEM que ler“. <3
A história do livro acho que todo mundo já sabe: Sapphire (a autora) trabalhou como assistente social em Nova York por anos e escreveu um livro em que junta vários pedaços de histórias que ouviu das pessoas que ajudou nesse tempo. É um livro de ficção, inspirado por história reais. E é aí que o bicho pega.
A personagem principal é Precious, uma adolescente de 16 anos que é obesa, negra, pobre e tem dificuldades de aprendizado. Além disso, ela mora com a mãe, que é o demônio em forma de guri, uma maldita. E não para por aí: ela é abusada desde os 3 anos de idade pelo pai, que a engravidou quando ela tinha 12 anos (e aí nasceu Monguinha, sua primeira filha, com Síndrome de Down) e agora, aos 16. Filho da puta é pouco pra esse maldito e desgraça pouca é bobagem na vida da menina.
Esse foi o primeiro livro que li na vida que me fez ter reações físicas: tive que parar de ler o livro umas duas vezes, porque meu estômago embrulhou e estava a ponto de vomitar. Forte, impressionante.
O livro é narrado pela própria Precious, escrito com erros gramaticais propositais, parece que você realmente está lendo o diário dela. Os pensamentos são dispersos, ela é revoltada, excluída, maltratada e, ainda assim, consegue ser vaidosa, amável e sonhadora (o livro é pontuado por suas fantasias de que está em clipes da tv, capas de revista, etc). Fala sobre os abusos do pai com um tom que beira a inocência e com nojo e raiva dos abusos (morais, físicos e sexuais) que sofre da mãe. Sim, porque a maldita da mãe além de culpá-la pelo marido ter saído de casa e pela menina engravidar do maledeto, ainda faz ela de escrava doméstica e a abusa sexualmente. Falei que desgraça pouca era bobagem ou o quê?
O mais incrível de tudo é a relação da Precious com os filhos: Monguinha mora com a bisavó e ela não vê, não visita, nem se preocupa em ter notícias da menina (tanto que não se refere pelo nome da menina em nenhum momento, somente pelo apelido maldoso e diz coisas como “a Monguinha tem Sindro de Dao“). Já Abdul é amado desde antes de nascer e é por ele que Preciou enfrenta a mãe, sai de casa e resolve melhorar de vida.
Pelo menos Precious encontra a senhorita Rain, que a ajuda e a leva para uma escola para alunos com problemas de aprendizado. Lá ela conhece outras mulheres com tantos (ou mais) problemas e histórias terríveis quanto as suas próprias. São elas que dão força à adolescente para ela estudar, aprender e evoluir.
Quando parece que Precious conseguiu arrumar (minimamente) sua vida, a bomba: o pai morreu de Aids e, depois de tantos anos de abuso, ele pode ter transmitido o vírus para ela. Quê? Eu já odiava o pai dela com todas as minhas forças, nessa hora eu matava o desgraçado se ele não estivesse morto. hahaha. Pois bem: ela tem Aids, mas Abdul e Monguinha não.
A história virou filme, foi o grande bafafá do Oscar desse ano e, dizem, bem merecido.
O livro foi tão forte, que até agora não assisti o filme. Não quis, acho que formei imagens chocantes o suficiente na minha cabeça enquanto lia a história, não quero ver na tela tudo isso de novo. Pelo menos, não por enquanto.
… teve homenagem ao John Hughes, o cara responsável por alguns dos meus filmes favoritos.
Life moves pretty fast. You don’t stop and look around once in a while, you could miss it.
Semana passada foi uma semana muito auspiciosa. hehe. Ganhei presentes todos os dias e uma mais legal que o outro:

Vai dizer que a semana não foi auspiciosa? Até eu fico de cara com tanto carinho, viu.