Olhando o nome e a capa do livro você imagina que ele é mais um chick-lit comum, certo? Errado.
O Chantily do livro vem da cidade francesa de Chantilly, onde um fato muito estranho ocorreu: todos os moradores da cidade começaram a perder a memória e morrer, sem motivo aparente. A cidade foi tomada pela criminalidade e totalmente abandonada pelas autoridades.
Vinte anos depois o cientista Ethan Stuart encontra o diário de Catherine Aragon, uma sobrevivente do ocorrido e vai atrás ela para investigar o que realmente aconteceu. Enquanto isso, ele conhece Leon Saiter, outro sobrevivente e que vai tentar ajudá-lo a resolver o mistério. As descobertas dos dois começam a incomodar o governo e aí a espiã Anabelle passa a vigiá-los de perto.
Não esperava por nada disso quando comecei a ler o livro e tampouco sabia que ele era o primeiro de uma trilogia. Acabei frustrada, já que a história não me agradou (achei tudo leeeeento demais) e fiquei sem saber o final. As personagens também não são muito cativantes, tinha hora que eu torcia pra alguém morrer só pra eu me livrar da personagem, sabe? Hahaha. Enfim, esse é um que vai para a troca novamente.
Uma coisa muito legal sobre o livro é que ele foi lançado de uma forma independente. A autora é nova e bancou do bolso a edição, vendida pela internet. Posso não ter gostado da história, mas sei que muita gente por aí gostou e acho a iniciativa da Mare Soares ótima e invejável. Ela tá de parabéns.
Desde o trauma que foi ler P.S. I Love You eu evitei ler algum outro livro da Cecilia Ahern. Tinha a impressão de que ia me acabar de chorar em qualquer livro e simplesmente não estava a fim.
Até que percebi que já fazia um ano desde P.S. I Love You, então achei que estava na hora de dar mais uma chance para a autora (afinal, tenho três livros dela e só tinha lido um). Escolhi Where rainbows end por causa do novo. Tava doida pra saber o porquê do nome.
O livro conta a história de Rosie Dunne, uma menina irlandesa que desde seus 5 anos de idade tem mania de trocar bilhetes e cartas com as pessoas próximas. Rosie tem um melhor amigo menino, chamado Alex, com quem divide todos os momentos da sua vida. Através das cartas/bilhetes/e-mails/conversas em msn acompanhamos o crescimento da menina e as peças que o destino prega nela. Olha, vou te dizer: ô mulher azarada! Toda vez que ela acha que sabe o que fazer e tem planos bem definidos acontece alguma coisa totalmente diferente e ela se ferra. Toda vez ela se ferra, é impressionante. Só no final do livro ela consegue se dar bem.
Não posso falar muito sobre o que acontece com a Rosie porque é sempre uma surpresa e aí eu estragaria a leitura de quem se interessou pelo livros. Só digo que a história é divertida, Rosie e Alex são personagens muito interessantes e não teve muito chororô enquanto eu lia. Gostei bastante, mas P.S. I Love You continua sendo meu livro favorito da autora.
Existe a versão em português do livro (chamada “Onde terminam os arco-íris“, duh!) mas, se eu fosse você, comprava em inglês mesmo. Ô capa feia a dessa versão brasileira! :O
Ganhei o livro de aniversário em junho mas enrolei o quanto pude para ler porque sabia que ia ficar doida para ler o próximo e com o meu “regime” de livros não poderia comprá-lo. Hahha. Doida? Sou mesmo.
No primeiro livro fiquei apaixonada pelo Path e gostei da Nora também. Aí por isso sabia que ler essa sequência seria divertido e tinha uma espectativa super alta. Acabei me frustrando um pouco.
Nesse segundo livro, Nora e Path ficam separados boa parte do tempo. Tem muito ciúme, tentativa de assassinato… e drama. Drama, drama, drama. Sinceramente? Me lembrou aquele segundo livro de Crepúsculo, só que bem menos chato porque a personagem reclamona era a Nora e não aquela anta da Bella.
Aí quando você acha que tá tudo resolvido, bem uma surpresa gigante e BUM! O livro acaba.
Preciso dizer que tô chorando pra sair logo o terceiro livro e eu convencer alguém a me dar? :p
Comprei o livro em alguma promoção há um tempão e nunca tinha me empolgado pra ler. Aí tava querendo alguma coisa que não fosse uma história muito intensa e achei que ele se encaixava no perfil. O formato dele também é ótimo, já que eu estava em dias em que andava de um lado pro outro. O formato pocket é ótimo pra jogar na bolsa e praticamente nem sentir o peso, né? Adoro.
Sou meio doida por listas, adoro ver listagem de 10 ou 5 melhores e me diverti horrores lendo o livro. Era tanta lista legal que fui tirando mil fotos das que mais gostava e me diverti com os comentários do povo no twitter.
O livro é todo dividido por “temas”. Tem Brasil, esportes, cultura… descobri várias coisas sobre o nosso país que ainda não sabia. O texto também é bem legal, super leve e engraçadinho.. também, eu não esperava nada menos dos autores do Almanaque dos Anos 80, né?
Os autores convidaram alguns famosos para fazerem suas listas com algum tema específico também. A que mais me surpreendeu foi a da Ana Maria Braga, sobre joguinhos de video game. Como assim, eu nem sabia que ela jogava! Hahaha

Eu nem sabia que a Ana Maria gostava de video game! E você também sentiu um pouco de dor de cotovelo nessa lista da Ana Hickman? Cadê Gisele?
O mais legal de tudo: você pode encomendar um com algumas listas personalizadas aqui nesse site. Custa R$34,90 e é uma boa ideia pra alguma comemoração mais marcante, tipo formatura, aniversário de namoro… certeza que a pessoa que ganhar vai adorar. Achei a ideia muito boa, até sugeri aqui na agência como brinde para um cliente. Hehehe.
Imagina isso: você vive em um futuro onde a civilização está dividida entre vivos, mortos e mortos-vivos. Aí você quer viver sua vida normalmente, só que não lembra nada do seu passado. Qual seu nome, o que fazia da vida ou porque está usando a roupa que está no seu corpo. Sabe por quê? Porque você é um zumbi. Simples assim.
R. não se lembra de nada, mas acha que seu nome começava com R e por isso diz que esse é seu nome. Ele vive no aeroporto junto com outros zumbis, tem um amigo (o M., outro que também só acha que seu nome começa com essa letra), uma esposa (haha!) e dois filhinhos. Sai para caçar na cidade e traz comida para a família. Uma vida de zumbi normal.
Até que um dia ele sai para caçar e come o cérebro de um jovem chamado Perry. No meio da “caçada” ele recebe uma enchurrada de lembranças do cara e, por isso, salva a namorada dele e a leva para o aeroporto com ele. Julie passa algum tempo com ele no aeroporto, mas claro que lá não é seguro para ela (uma viva cheia de carne é uma tentação para a turma dos zumbis). Outra coisa que é claro que acontece: R. se apaixona por Julie!
Gostei bastante do livro, especialmente porque a narrativa do R. é bem engraçadinha. Nunca tinha lido nada pelo ponto de vista do zumbi e foi bem diferente. Só não posso contar mais nada porque se não perde a graça para quem vai ler.
Fiquei bem curiosa para ler esse livro quando vi o trailer do filme, com a Anne Hathaway. Mas fiquei curiosa porque gosto muito da atriz e não tem como negar que ver a história de um casal que se conhece e não se resolve por 20 anos é interessante.
O livro começa no dia 15 de julho de 1988, quando Emma Morley e Dextar Mayhew se conhecem. É o dia seguinte à formatura de faculdade deles, onde eles já haviam se visto mas nunca se falaram. Os dois passam a noite no apartamento que Emma divide com uma amiga, conversando e se beijando. Depois desse dia, o livro mostra o que acontece pelos próximos 20 anos, todo dia 15 de julho. O que os dois estão fazendo, como estão e onde estão. É um jeito bem interessante de ler a história, sabendo que o dia 15 de julho sempre guarda alguma coisa de importante para os dois.
Sinceramente, no começo achei Emma um pouco juventude Che Guevara demais pra mim. Depois passei a gostar bastante e no fim achava ela uma besta. Hahaha. É aquela coisa, né? A mocinha de chick-lit sempre tem que ser meio burra emocionalmente. Mesmo assim, é minha personagem favorita.
Dexter eu já achei meio porre, desde o começo. Toda aquela história de ser rico, lindo e sem noção cansa depois dos 25 anos (até os 25 eu tava toda encantadinha por ele). Fora que tenho preguiça eterna de gente drogada, então ficava meio com preguiça quando ele atingiu o nível máximo da vida besta que ele levava como apresentador de tv.
Quando tava começando a ler o livro, resolvi fazer check-in nele no GetGlue e aí veio a bomba: um comentário dizendo que o livro era triste. Aí, pronto: deduzi que alguém morria, né? Criei mil teorias, mas nenhuma e no final não era nada do que eu tinha imaginado.
Minha opinião: o livro é bom, divertido e um pouco inteligente. As personagens são engraçadas e reais. Mas não espere nada além de um chick-lit, hein?
Ah! Mesmo assim continuo querendo assistir o filme, já sei que vou morrer de chorar no final.