O livro começa EXATAMENTE onde o primeiro volume acaba, numa vibe meio capítulo de novela, bem no ápice. Hahaha. Então tô bem feliz por ter ganho os três de uma só vez (thanks Makson e Kátia!), assim não fico nervosa querendo continuar a história e tendo que esperar o próximo livro chegar pra continuar.
Agora Tristan já acha que sabe qual é sua missão: descobrir o que aconteceu com seu carro na noite do acidente (já que o freio não funcionou) e, caso tenham tirado o freio do seu carro de propósito, se estavam querendo matar ele ou a Ivy.
Ele passa o livro todo tentando se comunicar com a Ivy, mas fica muito difícil porque ela já não acredita em anjos, então está fechada para todo o tipo de comunicação que ele poderia usar. Enquanto isso, Ivy está cada vez mais grudada à Beth e Suzanne (suas melhores amigas) e à turminha de Gregory: Will e Eric.
Achei o livro meio lento, mas é divertidinho. Tem hora que todo o drama da Ivy me cansa um pouco, mas acho bem condizente com alguém que perdeu o primeiro namorado de forma tão inesperada.
Quando a onde dos livros de anjos começou, essa série foi uma das que mais me chamou a atenção. Levei um susto ao ver que a série foi escrita em 94, muito antes das pessoas esquecerem os vampiros e começarem a gostar de anjos. Heheheh.
A série tem como foco a Ivy, uma menina de 16/17 anos que se muda para um novo colégio porque sua mãe vai se casar com um cara super rico e influente na sociedade local. Ivy se muda com a mãe e o irmão, Phillip, para a casa do agora padrasto e de Gregory, filho dele.
Ela nunca se apaixonou e quase não dá bola pra ninguém, até que se apaixona por Tristan, a estrela do time de natação da escola e um dos meninos mais concorridos e bonitões. Tristan é um amor, ajuda Ivy a superar seu medo por natação e eles começam a namorar. Tudo vai super bem, mas eles sempre se desentendem quando o assunto são os anjos em que Ivy acredita totalmente e ele, não.
Pouco tempo depois de começarem a namorar, eles sofrem um acidente de carro e Tristan morre. Ivy para de acreditar em anjos e Tristan vira o quê? Um anjo, claro. Ele tem uma missão para completar na terra e só então pode partir dessa pra melhor, mas não faz a mínima ideia de qual seja e só quer ficar por perto da Ivy. Aí que aparece um dos meus personagens favoritos: a Lacey, uma estrela adolescente de Hollywood que morreu em um acidente aéreo dois anos antes mas que não faz muito para completar sua missão, então fica perambulando por aí aprontando algumas.
Esse primeiro livro é basicamente só para o Tristan morrer e virar anjo, não tem nada além disso. O que me parece é que toda a ação ficou para os outros dois volumes da série.
Ah! E o fato de você ler a morte do Tristan logo na primeira página não ajuda em nada quando, lá para o meio, ele morre mesmo. Chorei, morri de dó dele e da Ivy.
O Henrique adora Percy Jackson. Sendo assim, fiquei feliz quando encontrei esse livro do Rick Riordan (o autor da série) em promoção perto do dia dos namorados. Dei pra ele crente de que ele ia adorar e tal… aí ele leu e achou ruim. Hahahha. Presente fail!
Mas como eu gosto muito de Percy Jackson também, fiquei bem curiosa pra ler e peguei logo que ele terminou, mesmo com a recomendação dele não sendo tão boa. E olha: ADOREI.
Jackson Tres Navarre é um cara perto dos 30 anos, morador de São Francisco e que ganha a vida como detetive particular sem licensa. Depois de 10 anos longe, resolve voltar para sua cidade natal, no Texas, de onde fugia desde a morte traumática do pai. Ele volta porque Lilian, sua namorada da época de colégio e faculdade, pede para eles terem uma segunda chance. Tres volta resolvido a dar certo com Lilian e a resolver a morte do seu pai, que depois de 10 anos foi esquecida.
O pai de Tres foi assassinado na frente dele, no quintal da casa em que moravam. Um carro parou, alguém atirou no xerife Navarre e ninguém conseguiu descobrir nada sobre o assunto. Além disso, Lilian desaparece logo que Tres chega à cidade. É aí que o homem não sossega e se enfia no maior enrosco para encontrar respostas. ele reencontra amigos e desafetos da época do colégios, todos bem peculiares.
Tres é meio maluco, transgressor e bem divertido. Adorei a personagem, vi até um pouco de semelhança entre ele e o Percy, dada as proporções de idade e mundo em que eles vivem. Hahaha.
Procurando no google encontrei que esse é o primeiro livro de uma série toda sobre Tres. Fiquei bem curiosa pelos próximos, mas pelo visto por enquanto só esse foi lançado por aqui. O jeito é ver de comprar em inglês ano que vem.
Depois de me empolgar mais com a série no segundo livro, emendei o terceiro e último. E olha, tava indo tudo bem.. até que a Tally dá uma de idiota (como quase sempre) e o autor mata meu personagem favorito. Sério, nem me dá muita vontade de falar do livro por conta disso. Hahaha.
Agora que Tally e Shay são especiais (quer dizer, mais ou menos. Que tipo de especial de verdade tem que ficar se cortando pra pensar direito?), eles tão naquele pique de sou-foda-ninguém-é-melhor-que-eu e me deu uma preguiça gigantesca. Aí quando elas encontram os Enfumaçados e vão atrás deles, pensei: a-ha! Um pouco de ação boa, finalmente! Mas não: elas vão lá e basicamente tudo volta ao primeiro livro.
A Nova Fumaça é muito drama pra mim, não aguento. Já falei que acho David um chato de galocha, né? Pois é.
Enfim, a série tinha tudo pra ser bem boa, mas o final estraga. Já falei que matam meu personagem favorito? Poxa!
O primeio livro termina bem quando Tally é capturada e volta para a cidade. Então não é spoiler nenhum o livro chamar “Perfeitos”, certo?
Agora que Tally é perfeita, vive feliz com Shay, Peris e um grupo de amigos que se intitula de “Crims” porque todos aprontavam muito quando ainda eram Feios. O líder do grupo é Zane, com quem Tally começa a namorar (e eu sempre jurando que ela ficaria com o Peris quando passasse pela operação!) e é com ele e Tally começa a recuperar algumas poucas lembranças do tempo em que viveu na Fumaça. Os dois tomam as pílulas que os Enfumaçados enviam e ficam parcialmente curados, ou seja: já não são tão bobos e superficiais quanto os Perfeitos. Juntos, os dois recrutam todos os Crims à fugir e se juntar à Nova Fumaça.
Não vou contar tudo, mas o livro é bem melhor que o primeiro. Tem mais ação, Zane é um personagem bem melhor que o chato do David… também ajuda bastante a Tally ter ficado um pouco menos tonta. Hahaha. Gostei do final do livro, mesmo achando ele um tanto previsível. Tanto que já comecei o terceiro porque quero saber o resto da história.
Tinha bastante curiosidade sobre essa série, mas ia ficar para o ano que vem. Até que veio a Ká e salvou a pátria me emprestando todos os livros lançados até agora. \o/
Feios se passa em um futuro onde nossa civilização como conhecemos já não existe mais. Por culpa das diferenças que a aparência causava, o abuso dos recursos naturais e o modo de vida nada sustentável que temos agora, a civilização foi totalmente reformulada e agora é muito mais tranquila: ao nascer, você aprende que será feio (ou seja: vai ter uma aparência normal, com defeitos que todo mundo tem) até os 16 anos. Aí passa por uma operação e se torna perfeito (totalmente lindo por fora, com uma personalidade calma e centrada). Os “feios” vivem separados dos perfeitos, que moram em Nova Perfeição.
Tally está contando os dias para completar 16 anos e se juntar à Perry, seu super amigo, em Nova Perfeição. Enquanto amarga dias de solidão, acaba conhecendo Shay, uma menina que não tem lá muita vontade de se tornar perfeita, mas que também está prestes à se tornar perfeita. Shay conta sobre uma “tribo” de pessoas que fogem para não se tornar perfeitas e foge para lá. Tally fica, já que a vontade de ser perfeita é maior do que a vontade de ficar perto da amiga. Aí aparece o grande problema: no dia de sua operação, a questionam sobre Shay e resolvem não fazer sua operação enquanto a menina não aparecer. Tally vai atrás da amiga e aí não vou falar mais nada. Hahahah.
Achei a ambientação da história bem boa, mas os personagens são fracos. Tally é uma chatonilda, Shay é do tipo juventude Che Guevara que dá nos nervos… Demorei mais de semana para terminar o livro porque ficava com raiva da bobeira toda da Tally e parava. Ainda não comecei a ler o próximo volume por isso, estou tirando um tempo para refrescar a cabeça antes de “enfrentar” a Tally de novo. Mas a curiosidade tá grande, então essa semana ainda devo pegar o livro para ler.