Eu sempre me prometo que não vou mais acumular livros na tag Lendo do Skoob. Mas isso nunca funciona. Eu tinha decidido que não iria começar mais nenhum livro até eliminar pelo menos 4 dos 9 livros que estão lá. Acabei com dois, mas aí resolvi começar novos livros e ta-da: a bendita listinha de Lendo não sai do número 9.
Por que tô dizendo isso? O que tem a ver com esse livro? Bem, a verdade é que foi ele que me fe sair da minha tarefa de terminar livros começados: meu pai o comprou, li a sinopse e não me aguentei, tive que começar a ler na hora. X)
O livro conta um caso em que a agente do FBI Maggie O´Dell está investigando e que só vai ficando cada vez mais complicado: adolescentes cometem suicídio logo após matarem um importante agente do FBI, em uma cabana no meio da floresta cheia de armamento pesado; mulheres são torturadas e assassinadas, sempre perto de alguma manifestação religiosa; uma seita meio amalucada atrai pessoas para um complexo que mais parece um campo de concentração. Cabe à Maggie e seu parceiro encontrarem as respostas certas para solucionar o caso.
O livro tem tudo o que eu gosto: suspense, intrigas e descrições sanguinolentas das cenas de crime. <3
Nunca tinha lido nada do Alex Kava e gostei bastante. Sei que esse não foi o primeiro livro em que Maggie O´Dell aparece e no meio do livro tem algumas referências à história anterior, mas nada que não dê para entender.
O grande ponto fraco do livro são os erros de português: em vários momentos encontrei erros grosseiros que poderiam ter sido corrigidos na revisão do livro. Acho que nunca falei isso aqui, mas erros assim me irritam muito enquanto leio um livro. hahah. Sou muito chata com isso.
Outro problema: no meio do livro eu já tinha descoberto quem era o assassino, mas não vou falar porque se não estraga a surpresa. :p
Sou fã da série Harry Potter. Sim, acho que a série é muito boa, queria morar em Hogwarts, queria ser amiga do Rony e acho o cúmulo quando falam que a série Crepúsculo é melhor (WTF?). Mas sim, também sei que a Rowling pegou inspiração em obras mais antigas, que ela praticamente não inventou nada só rearranjou tudo de um jeito muito muito bom.
Sendo assim, tava meio órfã desde que li o último livro da série. Foram 10 anos da minha vida contando os dias entre o lançamento de um livro novo e outro. Foram 10 anos pensando em teorias malucas para tudo o que eu lia. E aí chegou ao fim e eu não tinha mais nada pelo que esperar. Deu pra entender porque fiquei órfã?
Foi aí que li esse post da Camies falando sobre a série Percy Jackson & os Olimpianos. Uma série fantástica para adolescentes em que um garoto comum descobre que faz parte de uma espécie fantástica. Oi? Queria ler pra ontem, mas queria ter um motivo pra comprar o livro. Aí fiz meu pai e o meu namorado também ficarem querendo ler (outros dois fãs de Harry Potter) e tava aí o motivo: eu, meu pai e meu namorado queremos muito ler. hahaha. X)
O ladrão de raios é o primeiro livro da série e conta a história de Perseu Jackson, um menino de 12 anos briguentinho, disléxico e com transtorno do déficit de atenção. Ele tem mudado de escola todo ano, já que é o tempo máximo que as escolas o aguentam. O menino é aquele tipo que atrai problemas: o melhor amigo é o bobão que os grandões da escola gostam de sacanear, então ele vive entrando em encrencas pra protegê-lo. Nas escolas anteriores houve algum caso em que Percy se enfiou e se deu muito mal, levando a culpa por alguma coisa que deu errado. A mãe de Percy diz que seu pai sumiu no mar, que Percy nunca realmente chegou a vê-lo. Ela casou novamente com um sujeito péssimo, que a maltrata e odeia o garoto.
Depois de ser mais uma vez expulso da escola, Percy e sua mãe vão viajar. No meio da viagem acontecem algumas coisas que fazem com que o garoto descubra a verdade, já que é levado ao Acampamento Meio Sangue. Percy é filho de um Deus grego e nesse acampamento encontra muitas outras crianças meio sangue (um dos pais é mortal e o outro é Deus). Além disso, seu melhor amigo Grover é um sátiro e um de seus professores favoritos era um centauro e ambos estavam na escola somente para protegê-lo dos monstros que o atacavam.
Claro que Percy é filho de um Deus hiper poderoso e que só descobre o que é porque estão precisando dele para resolver um hiper problema. Ele parte para resolver essa questão com Annabeth (uma outra meio sangue que sabe muito sobre o mundo da Mitologia) e o sátiro Grover.
Só vou dizer isso porque se não estrago a surpresa de quem ler o livro. A única coisa que digo é que devorei o livro rapidinho e quero ler os outros da série. Meu único problema (e momento loucura) é que agora só vendem O ladrão de raios com essa capa aí de cima, com o poster o filme. Qual o problema? Os outros títulos da série continuam com o estilo de capa original e minha coleção vai ficar meio estranha. haha. Odeio quando mudam as capas dos livros pra combinar com os filmes.
Comprei o livro depois que o filme já havia estreado nos cinemas, mas me recusei a assistir o filme até ter lido o livro. E fiz bem. Ainda não assisti o filme, mas só de ver o trailer já percebi que mudaram (e muito) as coisas. haha. Antes que falem “ahhh, mas pra cinema tem que mudar algumas coisas” já adianto que sei disso. E a palavra chave é mudar e não cagar as coisas. No filme ele parece ter uns 16 anos, assim como Annabeth. Eles dirigem carros nas perseguições, Percy e Annabeth quase se beijam (QUÊ?!?!?!).. olha, ainda nem fui ao cinema assistir e já tô vendo que vou sair meio indignada. ahhahaha. Pra quem ficou curioso, olha o trailer aqui:
Alguém assistiu o filme? Gostou? Acho que vou assistir no final de semana.
Não sei se já falei isso aqui, mas nunca fui fã da Madonna e continuo não sendo. Sei a importância que ela teve pra música pop, gosto de algumas músicas e é isso. Sempre a achei um tanto nojentinha demais, sabe?
Mesmo assim, não resisti quando vi o livro que o irmão dela escreveu estava por R$10 no Submarino. Você sabe meu fraco com biografias e histórias reais, né? Não consigo me controlar, por mais que eu não goste da personalidade sobre a qual o livro fala.
Christopher conta a história da infância deles: a morte da mãe, o pai durão e a madrasta que tentava botar tudo em ordem. Madonna e Christopher são os mais próximos desde crianças e é Madonna quem o incentiva a fazer aulas de dança e ir para a faculdade.
Até Madonna começar a dar certo, algumas coisas acontecem: ela se muda para NY, Chris descobre que é gay e também se muda para lá. Aí é que o livro começa a ficar interessante: Christopher participa de todo o início da carreira da irmã como dançarino e camareiro. Depois que a irmã já está famosa, ele também começa a dirigir algumas turnês dela, assim como a decorar as casas que ela compra.
Ele conta alguns detalhes sobre o casamento da Madonna com o Sean Penn, sobre como a fama começou a subir à cabeça e todas as brigas que eles tiveram nesse tempo. Também fala dos outros relacionamentos que a loira teve, terminando o livro um pouco antes do anúncio da separação dela e do Guy Ritchie.
Talvez você já tenha ouvido falar sobre o irmão drogado da Madonna, certo? Pois é, esse é o Christopher. No livro ele nega totalmente que já tenha sido viciado, diz que só usava “socialmente”, mesmo que frenquentemente. Funeral regado à cocaína na mansão Versace, finais de semana loucos em Cannes.. nada disso demonstra vício. Ahhh, claro! hahah.
Além disso, é óbvio que tudo é contado do ponto de vista dele e ele puxa muuuuiita sardinha pra esse lado, né? Nele a Madonna é sempre a injusta, a malvada, a doida. É claro que não deve ter sido tão assim.
Sei lá, demorei meses parar ler o livro porque parei algumas vezes. Esse negócio de “minha irmã é a melhor artista do mundo mas não ajuda ninguém” me enchia o saco. Além disso, a Madonna realmente tinha algumas atitudes bem escrotas com ele, com a família e os funcionários. Acabei o livro achando que Chritopher morre de ciúme e inveja da irmã e que a Madonna é uma escrota insegura que acha que todo mundo só quer o dinheiro dela. Ou seja: terminei o livro gostando menos ainda da Madonna. haha. X)
Tinha me prometido que só ia ler mais alguma chick-lit quando tirasse alguns outros livros da minha fila de leitura, mas não deu. Acabei deixando na bolsa da Jú o livro que estava lendo e precisava de algum outro que fosse bem rapidinho de ler. Sendo assim, me rendi ao romancezinho água com açúcar mais uma vez.
Achei Confissões de uma ex no armário de livros lá de casa e quase desisti dele só por causa da capa (muito feia, né?). Mas minha mãe disse que o livro era ok, então resolvi dar uma chance.
Emma é uma jornalista de 31 anos que trabalha em uma revista para noivas, mora em NY e namora Derick há 2 anos. Isso até Derick arranjar um emprego em Los Angeles e se mudar, da noite para o dia. Aí Emma chora, entra em crise, se acha gorda, acha o emprego uma droga e tudo mais. Aquela coisa de quem toma um pé na bunda, né?
Além disso tem a história da mãe dela estar planejando seu terceiro casamento e Emma estar disputando uma promoção com uma “amiga” de trabalho. Claro que como toda personagem desse tipo de livro, a moça é toda atrapalhada e faz umas burradas que não dá pra acreditar.
Ela conta com o apoio de Alyssa (uma advogada com namoro estável) e Jade (uma produtora de moda solteira-pega-todos) e acaba arrumando sua vida, emagrecendo, voltando a escrever seu romance (que estava parado em toda a sua “era Derick“) e ficando feliz com si mesma.
Lógio que como todo chick-lit que se preze, ela termina o livro com o namorado perfeito. hahaha.
Mesmo assim, valeu a leitura. Gosto de livros bobos pra me divertir, sem ter que pensar muito ao ler.
Ganhei esse livro da Charline, no amigo-secreto do Plastic Fantastic. Ela acertou em cheio porque eu tava paquerando o livro desde o lançamento mas tava sem coragem de comprar já que tô com uma fila enoooorme aqui em casa.
O livro conta a experiência real de David Gilmour com seu filho Jesse que com 16 anos ia hiper mal na escola. David propôs para o filho que se ele topasse assistir à 3 filmes por semana com ele e não usasse drogas, poderia largar a escola sem precisava trabalhar para se sustentar.
Sempre achei que o filme falasse MUITO sobre o que cada filme ensinou ao Jesse e porque David escolheu cada um deles. Mas me enganei. O livro conta as experiências de vida dos dois e tudo o que aconteceu com eles enquanto o clube existiu. É claro que David fala o porquê de certas escolhas de filmes, mas não são todos. Quem espera um guia de filmes para se assistir, pode ir direto às páginas finais, onde está o índice de todos os filmes assistidos por eles.
Jesse é um adolescente como qualquer outro: é um pouco rebelde, tem seus problemas amorosos e tenta esconder algumas coisas dos pais. David e sua ex-mulher são super liberais e acabam passando a mão na cabeça do Jesse talvez muito mais do que deveriam. É claro que Jesse se aproveita disso e passa noites fora, arranja namoradinhas estranhas, fuma, bebe…
O fato é que terminei de ler o livro com um pouco de raiva: não vou contar aqui o que foi, mas no final das contas David acaba “quebrando” algumas das regras que tinha imposto à Jesse e aí perdeu toooda a credibilidade comigo. hahaha.
Mesmo assim, como o livro é, de certa forma, uma biografia, é claro que eu gostei.
Dois Andei lendo na mesma semana, né? Desculpa, mas é que terminei esse livro e tinha que vir aqui falar sobre ele.
Todo mundo seeeempre me falou sobre o Nick Hornby e que eu devia ler algo dele e tudo mais. Mas sabe quando tanta gente indica pra você e você fica com bode da coisa, à toa? Foi isso que aconteceu e por isso demorei tanto pra ler algo do autor.
Aí como contei, estava passeando pelo Submarino e vi o livro por R$10. Não resisti e comprei ele, já que R$10 não é tanto pra eu “testar” um livro, certo? E me dei bem.
Eu já tinha assistido o filme, mas não tinha achado nada demais. Já o livro é beem mais interessante (como qualquer livro que vira filme).
Alta fidelidade é todo contado por Rob, um trintão (quase quarentão) inglês, dono de uma loja de discos, doido por fazer Top 5 de tudo e que recentemente se separou da namorada, com quem morava.
Rob levou um belo pé na bunda de Laura e passou a rever tudo (e todas) que já tinham passado pela vida dele e que o fizeram ser como ele é. Fez a lista dos cinco maiores pé na bunda que levou e foi atrás das moças, conversou com elas, saiu com uma cantora americana e não conto mais nada porque se não vocês não vão querer ler o livro. hahaha
O que mais gostei foi o humor leve e a paranóia do Rob. Todo mundo que é rejeitado em qualquer situação fica meio paranóico e é examente assim que Rob está enquando narra o livro. Tem passagens em que ri bastante da desgraça alheia, sabe?
Vou dar mais um tempo pra ler outra obra dele porque já percebi que quando me empolgo e saio lendo vários livros do mesmo autor em seguida pego o maior bode do mundo e não leio mais nada da pessoa, nunca mais. Mas quero saber se alguém indica outro livro dele. Já comprei “Um grande garoto” (que também estava por R$10 – pechincha é comigo mesmo, rapá!) e depois dele não sei qual pegar. Sugestões?