#024 – 25/01/2011
Aproveitei o feriado em SP pra ficar em casa e arrumar um baú que estava cheio de pelúcias. No meio de toda essa diversão (NOT), chegou presente da Amandinha: pulseirinhas de laço e coruja. <3
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#025 – 26/01/2011
Tô lendo a biografia do Lobão e tem horas que acho bem legal, tem horas que acho que ele tá querendo dar uma de Forest Gump. hahah
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#026 – 27/01/2011
Dia de festinha da Melissa, para apresentação da coleção de inverno (chamada Time Code). Rever queridas, fofocar e ver os modelos novos sempre é bom, né?
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#027 – 28/01/2011
Na festinha da Melissa ganhamos o brinde do lounge para o SPFW, uma Jambo vidro bem gracinha. Pena que no meu pé tenha ficado estranha, então resolvi vender. R$70 + frete, alguém se interessa?
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#028 – 29/01/2011
Sábado acordei toda nervosa porque queria ir logo conhecer o Rodriguinho, o primeiro bebê miguxo, filho da Angélica. Tive que resolver algumas coisas de manhã, então a visita só foi à tarde. Rodriguinho é uma graça, Angel tava ótima.. uma felicidade só.
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#029 – 30/01/2011
Sábado também foi dia de formatura de colégio da prima do namorado. A festa começou no sábado e terminou no domingo, então essa é a minha foto do dia.
Eu tinha falado que seria um livro por dia, né? Desculpa. A semana passada foi uma correria só e não deu tempo. Mas a maratona continua, tem bastante livro na fila ainda.
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No natal ganhei um livro que eu não queria ler e resolvi olhar na Saraiva pelo o que poderia trocar. Como o valor do livro era meio altinho (R$50), fui logo olhar os livros importados que normalmente são mais baratos e aí eu ia conseguir pegar mais de um. Hahaha.
Acabei encontrando um box de livros da Cecelia Ahern, autora que eu nunca tinha dado bola mas já tinha ouvido falar de P.S. I love you, por causa do filme. O box, com três livros saiu por R$35. Aproveitei que sobrava um pouquinho e peguei ainda mais um livro da série Blue Bloods e pronto: pagando R$4 de diferença saí da loja com quatro livros e uma caixa mega bonitinha. Foi uma troca muito boa!
Comecei a ler o livro ali mesmo, enquanto esperava o namorado. E antes de chegar ao fim do primeiro capítulo eu já tava chorando litros. Por quê? Sente o drama: Holly e Gerry se conheceram ainda no colégio, namoraram e casaram. Viviam super felizes até que Gerry tem câncer e morrer. Sobra Holly, com quase 30 anos, sem emprego (que ela tinha largado para cuidar dele) e sem vontade nenhuma de viver.
O livro vai mostrando como ela lida com a morte dele e com a descoberta de uma série de cartas que ele deixou, falando coisas que ela deveria fazer pelos próximos dez meses. Cada carta só pode ser aberta no começo do mês correspondente e você fica ali lendo e sofrendo com ela a cada vez. Gente, sério, é tenso demais. Ele faz ela comprar abajur, cantar no karaokê, programa férias perfeitas para ela e as amigas… ai gente, tudo de partir o coração e mostrar o quanto o cara conhecia e amava a Holly.
Os personagens são ótimo, Holly é engraçada, tem uma família meio doida e todo aquele jeitão irlandês de ser que eu adoro. Chicklit de primeira linha.
Foi o livro que mais me fez chorar na vida e, por isso mesmo, ainda não tive coragem de assistir o filme. Mas agora que revi o trailer me deu vontade, já que percebi que mudaram muita coisa na história:
Depois de chorar tanto, cadê coragem para ler os outros livros do box?
#016 – 17/01/2011
A bateria da câmera acabou, então a única foto que tirei foi com o celular. Não resisti quando vi esse Uno-rato no trânsito ao voltar do trabalho.
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#017 – 18/01/2011
Nesse dia choveu O MUNDO. Santo André ficou toda alagada e como eu sempre faço em dias de tanta chuva, aproveitei que tinha muito trabalho pra fazer e fiquei aqui na agência esperando a carona do namorado. O problema: ele tinha muito trabalho e só veio me buscar 1h30 da madrugada. Cansativo, mas pelo menos cheguei em casa rapidinho e sem stress.
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#018 – 19/01/2011
Não disse que choveu muito? A chuva foi na noite anterior e na manhã do dia seguinte quando estava indo para o trabalho o terminal de Santo André estava assim, todo alagado. Eu, hein.
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#019 – 20/01/2011
Mais um dia de trabalho até tarde e, pra compensar, jantarzinho light (NOT) pra ficar feliz.
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#020 – 21/01/2011
A semana foi bem cansativa, merecia uma foto dessa pinga que a gente tem aqui na agência. Hehehe.
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#021 – 22/01/2011
O sábado foi mega cheio, mas com certeza a parte mais legal foi essa. Fomos convidados como padrinhos de casamento por um casal amigo muito querido. <3
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#022 – 23/01/2011
Noite mega divertida com os amigos rindo muito, comendo e assistindo O Clube dos Cinco. Enquanto as meninas fofocavam os meninos ficaram brincando de fazer música. Hahaha.
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#023 – 24/01/2011
Sei que era pra postar só até as fotos de ontem mas ganhei presentes tão incríveis ontem que tive que fotografá-los logo que acordei e mostrar por aqui. A colher de sorvete de vaquinha foi a Ká quem me deu e as almofadas de coruja foi a tia do namorado que fez. Coisas lindas que vão ficar guardadas para o apê.
Vi o livro em uma daquelas promoções de livros à R$10 no Submarino e a capa e o nome me conquistaram. Como não gostar de um livro com muitas fotos e textos sobre minha raça favorita, né?
Acho que nunca falei por aqui, mas tenho um cachorro e ele é vira-lata. A gente encontrou ele na rua porque um vizinho estava batendo nele na rua e minha mãe foi socorrer. Ele era bem pequenininho, LINDO, todo branquinho e preto, mas devia ter apanhado muito e não chegava perto de ninguém. A gente teve que deixar o portão de casa aberto um tempão até ele entrar e aí ele passou dias só chegando perto do nosso outro cachorro na época, o Léo (um poodle). A ideia da minha mãe era doar pra alguém, mas claro que esse alguém nunca apareceu e todo mundo pegou amor pelo bicho. Minha mãe nem tinha deixado a gente colocar nome nele já que era pra ele ir embora logo, então lá em casa cada um chama por um nome: Baixinho, Zé, Cachorro Vaca… e nisso se foram 13 anos. <3
Com ele percebi o quanto vira-lata é inteligente, carinhoso e esperto. O Léo não era nem 1/10 companheiro do que o Baixinho é, sabe? Não troco meu vira-lata por nenhum cachorro de raça chique não.
Outra coisa que me fez comprar o livro: ele faz parte da campanha da Pedigree chamada Adotar é tudo de bom e como eu acho essa iniciativa da empresa o máximo, resolvi que R$10 era um valor bem justo. Agora ele voltou ao preço normal (R$19,90), mas mesmo assim continuo achando justo.
O livro é mega rapidinho de ler, tem fotos lindas, cachorros mega fofos e olhares super tristes. Não tem como não se emocionar com as frases. É tudo bem ao estilo daquela propaganda com o cachorro “falando” tudo o que sabe fazer, sabe? De partir o coração.
Li, chorei, reli e passei o livro pra frente. O tempo todo fiquei pensando na Prix e foi pra ela que dei o livro, começando assim uma tradição que pretendo manter: sempre dar o livro que me fez lembrar de algum amigo e passar a história adiante. Até agora já se foram dois livros, para duas pessoas mega queridas. <3
Aliás, fica mais uma dica: a Prix é a blogueira do Amo Cachorros, blog super interessante para quem adora nossos amigos de quatro patas. Super vale a visita!
PS: Também vale lembrar que a ajuda tem sido enorme para os humanos vítimas da tragédia no Rio, mas que os animais também estão sofrendo. Aqui tem dicas de lugares e tipos de doações que podem ser feitas.
Tenho que confessar uma coisa: eu tava doooida pra ler esse livro só por causa do nome e da capa, que tem hot stamping vermelhão em quase tudo e eu amo isso. Hahaha.
O livro conta uma série de assassinatos bem sanguinolenta que acontecem em Montecarlo. O cara mata ricos e/ou famosos, tira toda a pele da cabeça e leva embora. Só aí já me conquistou porque né? Sangue + requintes de crueldade é tudo o que eu gosto em um bom serial killer.
Aí tem toda a polícia de Montecarlo procurando o sujeito e um agente do FBI que está afastado de seus deveres por um mega drama pessoal. O agente é amigo do delegado que comanda a investigação e resolve ajudar.
Gostei do livro, mas achei que rola uma enrolação em algumas partes. O livro vai bem, aí vem uma parte com descrições de sentimentos e acontecimentos meio ao estilo de romance de banca de jornal, sabe? Como não gosto desse tipo de livro, essas partes me cansaram um pouco.
Também não gostei que meu personagem favorito tenha morrido pouco depois da metade do livro, então isso contou pontos contra. Hehehe.
O ponto forte do livro é o argumento para o serial killer praticar os assassinatos e a escolha da identidade dele, que não tinha passado pela minha cabeça em nenhum minuto.
No geral, gostei. No final das contas as partes romance-de-banca-de-jornal não superam as partes legais, então eu indico a leitura dele sim.
#009 – 10/01/2011
Falamos lá no CdM sobre a tal Loja Mágica que estava vendendo Melissas com 60% de desconto e eu, que sou a tia-louca-que-quer-sobrinah-perua fui lá comprar uma mini pra sobrinha.
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#010 – 11/01/2011
Essa foi a única coisa que comprei pra mim na tal loja mágica: um colar mega fofinho da Oh, Boy! que também tava com 60% off. Já usei logo no dia seguinte, é muito bonitinho pra ficar parado em casa. Hahah
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#011 – 12/01/2011
Habemus piso! Ha! Em um dia instalaram todo o piso de madeira do apartamento e ficou LINDO! Agora é só esperar 15 dias pra raspar e passar o verniz. Aí sim tiro foto do piso, por enquanto só das sobras de madeira e cola que ficaram por lá.
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#012 – 13/01/2011
Fiquei até 23h na agência esperando o namorado, tava morrendo de fome… então paramos em uma de nossas lanchonetes favoritas pra matar a vontade. Nham nham.
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#013 – 14/01/2011
Dia de ler minha revista favorita. <3
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#014 – 15/01/2011
A sobrinha passou a tarde em casa, então é claro que fiz a tia babona e tirei a foto do dia com ela, né? Coisa fooooofa. <3 <3
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#015 – 16/01/2011
Dia de levar a avó, o irmão e a cunhada do namorado pra conhecer o apartamento. Adoro essas “visitas”, tão bom mostrar a futura casa pra família.