Hoje é Halloween e, como todo mundo já sabe, os Estados Unidos páram pra comemorar o dia. Exatamente por esse motivo, é comum várias marcas soltarem anúncio temáticos neste dia. Olha aí alguns que eu que gostaria de ter feito, bem criativos e com uma direção de arte linda.
Esse aqui embaixo não é exatamente para o halloween, mas é ótimo!
Fontes: Ads of the World e Smashing Apps.
A Stella Im Hultber é uma artista plástica nascida na Coréia do Sul, criada em Hong Kong e que atualmente mora em New York. A princípio, Stella era designer, mas depois que começou a ilustrar e pintar, deixou a profissão de designer para trás.
Em seus desenhos ela normalmente retrata moças magrinhas, branquinhas, com o cabelo bem escuro e os olhos um pouco puxados (beeem parecidas com ela), em tons de preto, bege, marrom e pastéis.
Achei os desenhos dela quando estava pesquisando algumas referências no flickr e me apaixonei, agora sempre acompanho os novos desenhos que ela posta.
Para saber mais sobre o trabalho dela, você pode entrar no site, no flickr ou no livejournal. A moça também mantém um blog de inspirações e outro de comida, com os pratos que come em casa e na rua.
Hoje, 29 de outubro, é dia do livro e pra comemorar o Blog do Leitor Voraz tá fazendo uma super promoção: você escolhe algum título, faz uma frase com o nome do livro e, se ela for uma das mais legais, ganha um exemplar do livro escolhido.
Se você se interessou, corre lá e participa, porque a promoção só dura até as 23h59 de hoje!
Lembra daqueles painéis do Lobo Pop Art feitos especialmente para a festa de 2 anos da Rolling Stone Brasil?
Agora a Rolling Stone tá fazendo um concurso cultural que vai presentear o ganhador com uma tela personalizada, feita pelo Lobo Pop Art.
Pra participar, é só clicar aqui e responder a pergunta “O que é atitude para você?“.
Muita gente fala mal o Arthur Caliman: os vestidos são bregas, as clientes dele são hiper bregas, que o cara é estilista pra novo rico que gosta de aparecer e blá blá blá. Sinceramente, acho que ele faz algumas coisas bem bregas mesmo, mas também faz coisas hiper legais, com um caimento ótimo.
No começo de 2006 eu fiquei que nem uma louca procurando um vestido pra minha formatura. Gastei sábados e sábados rodando tudo quanto é loja de vestidos e, numa dessas, acabei indo na loja da grife ver “qual é que era”. Acabou que encontrei um vestido perfeito: sem bordados, com saia sem volume (mas com movimento), vermelho escuro, com um decote lindo nas costas e caimento perfeito. O problema? O preço! Eu tinha acabado de deixar de ser estagiária e infelizmente não dava pra pagar por um vestido mais caro.
Depois de algum tempo, entrei na comunidade do estilista no orkut e contei essa história. Alguns dias depois o próprio Arthur Caliman me deixou um scrap falando que me dava um super desconto no vestido porque ele tinha que ser meu. Infelizmente não pude aproveitar a oportunidade porque já tinha comprado outro vestido para a formatura. Contei tudo isso pra dizer que poxa, se o cara é tão gente fina a ponto de dar descontos pelo orkut, ele merece o meu respeito.
Agora ando louca atrás de um vestido para ser madrinha de casamento de uma amiga. A noiva vai vestir azul claro e, com isso, o meu vestido da formatura (um verde água claro) ficou fora de cogitação. Por isso lá fui eu atrás dos vestidos do Arthur Caliman de novo. Queria ver se tinha algum vestido que eu pudesse usar como referência nessa minha procura ou algo realmente bonito e acabei frustrada: tudo feio, brega, previsível.
A indecisão na hora de criar a coleção acho que foi tanta, que ela foi dividida em quatro partes: étnico, hollywoodiano, futurístico e grego.
Na étnica, são vestidos bem coloridos e estampados. Gosto muito de vestido longo estampado, mas confesso que não é a minha praia e que também não gostei muito desses, achei uma coisa meio perua demais. Vestidos estampados também são perigosos por chamar muita atenção, o que pode deixar uma noiva bem brava, né? Por isso, não foram os meus escolhidos.
A coleção futurística é de vestidos curtíssimos em tons de prata, verde e azul, com alguns detalhes em metal. Essa coleção não me despertou muito interesse porque eu acho que madrinha de vestido curto é uó, quero um vestido longo e chique, bem fina.
Como hollywoodiano, entenda-se brega. Brega brega brega. Vestidos esvoaçantes, com modelos até que interessantes, mas com tecidos horríveis. Não sei se fiquei mais desgostosa com os vestidos, com essa modelo de cabelo playmobil laranja ou com essa estola marrom que em nada combina com o vestido da foto. Fiquei me perguntando quem é que usa isso em Hollywood.
A linha grega é uma coisa que o estilista já vem fazendo há anos (quando estava procurando meu vestido de formatura lembro de já ter visto vestidos bem parecidos com esses “lançamentos” dele na loja) e eu acho que meio que já deu o que tinha que dar.
O Arthur pode ser gente finíssima, mas dessa vez pisou na bola feio. Odiei tudo, fiquei morrendo de saudade dos vestidos mais básicos e com ótimo corte que ele costumava fazer. Deu até saudade de quando a Karina Bacchi era garota propaganda dele, naquela época os vestidos eram mais bonitos.
Há algum tempo atrás foi notícia que a Gwen Stefani (pra mim, eternamente a vocalista do No Doubt) lançou uma linha de perfumes, chamada Harajuku Lovers. Eram cinco frangrâncias, com cinco embalagens liiindas (como você pode ver logo depois desse parágrafo) e todo mundo falou disso até cansar.
O que eu não sabia era que Harajuku Lovers é uma grife feminina que a Gwen criou. Todas as linhas são super coloridas, com estampas bem poluídas, bem harajuku mesmo.
A linha de roupas femininas tem blusinhas, blusas de frio, shorts e uma péssima coleção de calças. Tem legging estampada e algumas calças de moletom com cortes bem estranhos: curta (lindja essa azul, né? o.O), agarrada e/ou com elástico no tornozelo (no maior estilão anos 90). Esse é realmente o ponto fraco de toda a coleção.
As blusinhas têm corte bem justo ao corpo, coisa que acho que deixa qualquer uma parecendo uma minhoca, de tão comprida e justa.
As blusas achei uma graça, mas o que fiquei com vontade de ter foi o coletinho de tactel, bem 80’s. O bom é que as blusas são de moletom, então são super úteis no dia-a-dia, pra quando você se veste bem informal. O modelo das blusas com manga comprida também é bem legal, a gola grande deixa a peça diferente, gosto muito.
Também tem uma linha para as pequenas consumidoras: camisetas, camisas, vestidos e blusas de moletom. Tudo muito fofo e com cara de criança (o que anda meio difícil, né? Ando vendo tanta criança com roupa de adulto por aí).
A Harajuku Lovers também investe em acessórios: bolsas e relógios. Os relógios são, em sua maioria, de plástico, bem naquele estilão da linha de plástico da Swatch que tanto faz sucesso: tudo bem colorido e divertido. Me apaixonei pelo de zebrinha, uma graça!
Já as bolsas são todas beeem coloridas e/ou estampadas. Praticamente todos os modelos têm versões em todas as estampas, o que é bem legal já que muitas vezes a gente gosta do modelo de uma mas se encanta com a estampa e cor de outra.
De tudo o que vi, os perfumes, o colete 80’s, o relógio de zebra e essa bolsa com estampa de tênis era tudo o que eu teria.
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